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STF forma maioria para tornar réus 200 suspeitos de ataque em Brasília

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STF já tornou 100 suspeitos réus em inquérito que apura atos antidemocráticos
redacao@odia.com.br (Agência Brasil)

STF já tornou 100 suspeitos réus em inquérito que apura atos antidemocráticos

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou, nesta quinta-feira (27), maioria para tornar mais 200 pessoas como rés pelos ataques antidemocráticos de 8 de janeiro em Brasília. O voto do ministro Luís Roberto Barroso formou o sexto voto favorável ao inquérito contra os golpistas.

Além de Barroso, votaram favorável a decisão os ministros Alexandre de Moraes, Edson Fachin, Dias Tofolli, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Os ministros André Mendonça, Kássio Nunes Marques, Rosa Weber e Gilmar Mendes ainda não apresentaram seus votos.

Relator da matéria, Moraes entendeu que as ações dos manifestantes tiveram objetivo de quebrar o regime democrático do país e insuflar as Forças Armadas contra o Palácio do Planalto. O ministro ainda lembrou da organização dos suspeitos no QG do Exército.

“Por intermédio de uma estável e permanente estrutura montada em frente ao Quartel General do Exército Brasileiro sediado na capital do País, aos desideratos criminosos dos outros coautores, no intuito de modificar abruptamente o regime vigente e o ESTADO DE DIREITO, a insuflar ‘as Forças Armadas à tomada do poder’ e a população, à subversão da ordem política e social, gerando, ainda, animosidades entre as Forças Armadas e as instituições republicanas”, disse Moraes.

Na última semana, a Suprema Corte tornou réus outros 100 suspeitos de participarem dos atos antidemocráticos. Oito ministros foram favoráveis às investigações, enquanto Mendonça e Nunes Marques defenderam a apuração contra 50 golpistas.

O STF ainda prepara mais um pacote de processos contra os responsáveis pela depredação dos prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e da própria Corte. Mais de mil suspeitos foram denunciados pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Ataques em Brasília

Os prédios do Congresso Nacional, Palácio do Planalto e Supremo Tribunal Federal (STF) foram invadidos por bolsonaristas na tarde de 8 de janeiro. Eles protestaram contra a vitória de Lula e o uso das urnas eletrônicas.

No dia anterior, caravanas de bolsonaristas chegaram à Brasília para o ato. O ministro da Justiça, Flávio Dino, chegou a solicitar o uso da Força Nacional para manter a segurança da Praça dos Três Poderes.

No Congresso, os manifestantes vandalizaram o salão verde da Câmara dos Deputados e invadiram o plenário do Senado. Já no Planalto, os suspeitos quebraram portas e tentaram invadir o gabinete presidencial.

Na Suprema Corte, os manifestantes tentaram invadir os gabinetes dos ministros, quebraram as portas dos armários onde ficam as togas, além de quebrar vidraças e vandalizar a fachada do prédio.

A Polícia Federal investiga a participação de militares e de membros do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) nos ataques. Em filmagens de câmera de segurança, é possível ver agentes do Planalto não oferecendo resistência aos invasores.

As gravações provocaram a demissão do ministro Gonçalves Dias, suspeito de ter sido conivente com os ataques. Em seu lugar, Lula nomeou Ricardo Capelli, que trabalhou como interventor da Segurança Pública do DF após os atos antidemocráticos.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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