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Tecnologia ajuda o Brasil a se tornar principal exportador de charutos

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Tecnologia ajuda o Brasil a se tornar o principal exportador de charutos premium do mundo
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Tecnologia ajuda o Brasil a se tornar o principal exportador de charutos premium do mundo


O Brasil é hoje o principal exportador de charutos premium do mundo, com uma participação de mercado de cerca de 25%. Esse crescimento se deve a uma série de fatores, incluindo a qualidade dos produtos brasileiros, a demanda crescente por charutos premium no mundo e a adoção de tecnologias inovadoras na produção e comercialização dos produtos. Segundo dados da associação brasileira de fumicultura, só em 2023, as exportações superaram os 2.5 bilhões de dólares.

A tecnologia tem desempenhado um papel fundamental no sucesso do setor brasileiro de charutos. As novas tecnologias têm permitido que os produtores brasileiros aumentem a produtividade, melhorem a qualidade dos produtos e reduzam os custos de produção.

Uma das tecnologias mais importantes que tem sido adotada no Brasil é a irrigação por gotejamento. A irrigação por gotejamento permite que os produtores brasileiros cultivam tabaco de alta qualidade em áreas com climas mais secos.

Outra tecnologia importante é o uso de máquinas na colheita e processamento do tabaco. As máquinas permitem que os produtores brasileiros aumentem a produtividade e reduzam os custos de produção.

O Brasil também tem investido em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias para a produção de charutos. O Centro de Tecnologia do Tabaco (CTT), localizado em Pinhão, no Paraná, é um dos principais centros de pesquisa e desenvolvimento do setor de charutos no Brasil.

No país, uma empresa tem sido referência na implantação dessas novas tecnologias, a JAMM Cigar, sediada no município de Alagoinhas, no Recôncavo Baiano, é um exemplo do crescimento da produção brasileira de charutos. A empresa foi fundada por José Antonio Martins Monteiro e Joaquim Alfredo Mesquita Moreira, e vem crescendo a um ritmo acelerado.


O Mata Fina, por si só, é um fumo saboroso e desejado em todo mundo, tendo 95% de sua produção exportada para o exterior. “Porém, o terroir (o clima, o relevo, a vegetação, a altitude) que nossa região do Recôncavo Baiano confere ao tabaco um sabor inigualável. Além disso, a seleção das folhas que fazemos proporciona mais homogeneidade ao sabor dos charutos. E as sementes que vieram de Cuba tiveram uma excelente adaptação ao país, elas foram detalhadamente aperfeiçoadas por um grande produtor e exportador de tabaco, além de utilizarmos apenas folhas com mais de três anos de descanso. O resultado é um blend com sabor adocicado, sem amargor, tornando-o único”, pontua José Antônio.

O CTT desenvolve novas tecnologias para a produção de charutos, incluindo novas variedades de tabaco, novos métodos de cultivo, novos métodos de processamento e novos métodos de armazenamento.

Segundo a Mondor Intelligence, o tamanho do mercado de charutos deverá crescer de US$ 48,55 bilhões em 2023 para US$ 79,91 bilhões até 2028 , com um CAGR de 10,48% durante o período de previsão (2023-2028).

A crescente inclinação dos consumidores por produtos que complementam estilos de vida opulentos, juntamente com a crescente valorização dos charutos, tem impulsionado o mercado de charutos em todo o mundo. Além disso, as regulamentações governamentais relacionadas ao tabaco e aos produtos do tabaco influenciaram e continuam a ser um fator chave na condução do mercado de charutos.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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