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Theatro Municipal do Rio comemora 114 anos com ópera Carmen

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O Theatro Municipal do Rio de Janeiro (TMRJ) manterá as portas abertas no próximo dia 14, data em que comemora 114 anos, oferecendo ao público, gratuitamente, diversas atividades, além da pré-estreia da ópera Carmen, de Bizet.

Um dos prédios mais imponentes do centro do Rio de Janeiro, o Theatro Municipal foi inaugurado em 1909 e recebe os maiores artistas nacionais e internacionais, em variados espetáculos de dança, música e ópera. Resultado do sonho de muitos, como o ator João Caetano (1808-1863) e o dramaturgo Arthur Azevedo (1855-1908), a obra só foi concretizada na gestão do prefeito Pereira Passos, com a reforma urbana iniciada em 1902 que “modernizou” o centro do Rio de Janeiro, de inspiração francesa, assim como o projeto do próprio Theatro, que é a Ópera de Paris.

Com capacidade inicial para 1.739 espectadores, o Theatro recebia, nos primeiros anos, companhias de ópera e dança europeias. O corpo artístico próprio só foi instituído na década de 1930, com Orquestra Sinfônica, Coro e Ballet. Após quatro reformas, o espaço tem atualmente 2.252 lugares, divididos entre plateia, três andares de balcão, camarotes e frisas, sendo uma das principais casas de espetáculo do país e da América Latina.

Programação

Em entrevista à Agência Brasil, a presidente da Fundação Teatro Municipal, Clara Paulino, destacou que, “mais uma vez, a gente abre a casa para o nosso público, com uma programação diversa que se inicia às 9h, com a apresentação da Banda dos Fuzileiros Navais, na escadaria externa do teatro, na Cinelândia, e vai até as 17h, com programação de hora em hora”. Haverá um intervalo pequeno, antecedendo, às 19h, a pré-estreia da ópera Carmen, de Bizet, também gratuita, fechando o dia de comemorações.

Clara Paulino enfatizou que toda a programação do aniversário do teatro, no dia 14, será gratuita. As senhas começarão a ser distribuídas uma hora antes dos eventos. Para a ópera, a retirada dos ingressos será online, pelo site do Theatro Municipal, a partir da segunda-feira (10), limitado a dois ingressos por pessoa.

Para os demais dias, com seis datas entre os dias 16 e 30 de julho, os ingressos para Carmen, de Bizet, podem ser adquiridos pela venda online ou na bilheteria do teatro, com preços que vão de R$ 20 (galeria) até R$ 80 para plateia e camarotes.

A presidente da Fundação Teatro Municipal reforçou que o TMRJ é um patrimônio nacional “e um patrimônio de cada um de nós. Por isso, a gente espera receber todo o nosso público para comemorar mais um ano dedicado à arte, à cultura, com desejo de que venham muitos outros desta forma”.

Após a exibição da Banda dos Fuzileiros Navais, às 9h, haverá no ‘foyer’ (saguão) do teatro, a partir das 10h, apresentação da Camerata Jovem do Rio de Janeiro. No Boulevard da Avenida 13 de maio, às 11h, será a vez da Orquestra Sinfônica Jovem do estado. Entre 12h e 14h, haverá demonstrações do Ballet do Theatro Municipal, no Salão Assyrio, com participação das alunas da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa.

Às 14h, o Quinteto Ciro Pereira fará récita no saguão, no local onde fica o piano que pertenceu à compositora Chiquinha Gonzaga. Às 15h, a Orquestra Sinfônica Jovem Fluminense fará concerto no Boulevard de Portas Abertas. Grandes vozes do Theatro Municipal realizarão recital de canto e piano, às 16h. Às 17h, a escadaria externa do Municipal servirá de palco para a Banda da Guarda Municipal. Dentro da programação, haverá ainda duas turmas de visitas guiadas, às 11h e às 14h.

Carmen

Encerrando a festa com chave de ouro, o público poderá assistir a pré-estreia de Carmen, de Bizet, às 19h, na Grande Sala, com solistas, coro, balé e Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal (OSTM). A direção cênica é de Julianna Santos e a direção musical e regência estará a cargo do maestro Felipe Prazeres.

A estreia da ópera está marcada para o domingo (16), às 17h. No dia 19, haverá apresentação exclusiva para escolas, às 14h. Antes de cada récita, haverá uma palestra gratuita. A temporada seguirá até o dia 30 de julho, em dias alternados, totalizando sete récitas.

Carmen estreou na Opéra Comique de Paris, em 1875, e provocou grande escândalo na época. O motivo foi a escolha do tema e, principalmente, o “caráter transgressor da protagonista”. A consagração definitiva se deu naquele mesmo ano, quando a ópera foi apresentada em Viena. Em pouco tempo, a obra de Bizet conquistou o mundo. No Theatro Municipal do Rio, a ópera estreou em 1913 e, desde então, contabiliza quase 100 récitas no equipamento. Baseada em obra homônima do escritor Proper Mérimée, a ópera conta a história da sedutora cigana Carmen, que afasta Don José de sua noiva Micaela, resultando em trágica trama amorosa.

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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