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Tonelero: entenda a tradição do batismo de submarinos na Marinha

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Submarino Tonelero (S42)
Marinha do Brasil/Agência Marinha de Notícias

Submarino Tonelero (S42)

A cerimônia de batismo e lançamento ao mar do submarino Tonelero, da Marinha brasileira, ocorre nesta quarta-feira (27). A primeira-dama Janja será a madrinha da embarcação, respeitando uma tradição da atividade naval.

A solenidade acontece em Itaguaí, no Rio de Janeiro, com a presença de Lula (PT) e do presidente da França, Emmanuel Macron.

O batismo celebra a construção do terceiro submarino de propulsão diesel-elétrica (S-BR) no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub), parceria entre Brasil e França, intitulado Tonelero (S42).

Entenda a tradição do batismo

De acordo com a Marinha, o batismo na atividade naval remete a rituais vikings, romanos, gregos e babilônios. A embarcação, tradicionalmente, é batizada por uma madrinha e recebe seu nome oficial antes de ser submergido ao mar.

Em 2018, a então primeira-dama Marcela Temer, esposa de Michel Temer (MDB), apadrinhou o submarino Riachuelo – primeira embarcação do Probub. Seguindo os rituais, a madrinha estoura um espumante para a embarcação.

Veja vídeo do batismo do submarino Riachuelo, em 2018:

O segundo submarino da iniciativa,o Humaitá (S41), inaugurado em 2020, teve como madrinha Adelaide Chaves Azevedo e Silva, esposa do então Ministro da Defesa de Jair Bolsonaro (PL), Fernando Azevedo e Silva.

Na ocasião, Michelle Bolsonaro não participou da cerimônia.

A primeira-dama Darcy Vargas, esposa do presidente Getúlio Vargas, batizou o Parnaíba (U-17), mais antigo navio de guerra em atividade na Marinha brasileira, lançado em 1937.

Submarino Tonelero (S42) Marinha do Brasil
Interior do Submarino Tonelero (S42) Marinha do Brasil/Agência Marinha de Notícias
Submarino Humaitá (S41) Marinha do Brasil/Agência Marinha de Notícias
Submarino Riachuelo (S40), lançado em 2020 Marinha do Brasil/Agência Marinha de Notícias
Base naval em Itaguaí (RJ) Marinha do Brasil


Acompanhe ao vivo o batismo do Submarino Tonelero:

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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