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“Twisters”: um legado de ação e efeitos visuais

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“Twisters”: um legado de ação e efeitos visuais
Redação GPS

“Twisters”: um legado de ação e efeitos visuais

Por Anna Salles

O novo filme Twisters consegue se destacar milagrosamente no cenário dos blockbusters modernos, assim como a primeira versão fez, em 1996. É uma rara sequência de legado que acerta em cheio. A película se posiciona como um dos melhores lançamentos, entregando uma experiência que, em termos de entretenimento, é difícil de superar.

A pré-estreia de Twisters , oferecida pela Espaço Z, Agência de Marketing e Comunicação, juntamente com a Universal Pictures Brasil, realizada no Cine Drive-In de Brasília, adicionou uma camada extra de emoção à experiência de assistir ao filme, remetendo à época dos grandes blockbusters dos anos 90.

Apesar de o filme subestimar certos personagens, ele compensa com muita ação. A ideia de aprimorar um tornado pode parecer estranha, mas a sequência realiza isso com toques visuais que variam de aterrorizantes a extremamente divertidos. As cenas de ação são onde Twisters realmente brilha, proporcionando um espetáculo que mantém o público na ponta da cadeira.

Em termos de efeitos visuais, Twisters é um sucesso. As tempestades, com suas representações visualmente impactantes, são o ponto alto do filme, criando um ambiente de tensão e excitação que faz jus ao título. A combinação de efeitos especiais avançados e cenas de ação bem coreografadas resulta em um espetáculo que captura a essência do filme original enquanto apresenta algo novo e excitante para a audiência moderna.

No entanto, o diretor Lee Isaac Chung comete o erro de levar esse entretenimento escapista a sério demais. O resultado é um potencial blockbuster que, embora visualmente impressionante nas telonas, raramente exibe a energia desenfreada das poderosas tempestades que retrata. A seriedade imposta por Chung pode ter limitado o espírito aventureiro que poderia ter elevado ainda mais a produção.

Twisters pode não ser perfeito, mas consegue entregar um entretenimento sólido e visualmente deslumbrante. É um lembrete do porquê amamos os grandes filmes de desastre: pela emoção, pela adrenalina e pela pura diversão escapista que eles proporcionam.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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