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União Brasil pretende exigir demissão de Daniela do Turismo

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Daniela Carneiro é acusada de ter elo com miliciano
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Daniela Carneiro é acusada de ter elo com miliciano

Com pouco mais de cem dias, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pode ser obrigado a enfrentar uma reforma ministerial às pressas para garantir a base no Congresso. Isso porque o União Brasil vai exigir a cadeira de Daniela Carneiro após a ministra do Turismo pedir a desfiliação.

Fontes próximas a Luciano Bivar, presidente do partido, garantem que ele já avisou que vai contra-atacar o movimento de pedido de desfiliação que cinco filiados, inclusive Daniela, tiveram nos últimos dias. Na visão das fontes ouvidas, não haverá negociação e nem aceite de cargos para o segundo escalão.

Bivar não quer apenas cargos para garantir o União Brasil no governo Lula, mas quer se vingar de Daniela ao tirá-la do ministério. É o que dizem pessoas próximas ao cacique, que teria ficado chateado e se sentido traído com a posição da mulher e também do marido dela, Waguinho.

Embora o União vá para a guerra contra a ministra, não será tão simples exigir a queda dela. Lula resistiu ao primeiro levante contra Daniela, quando ela foi ligada a milicianos. Agora, o presidente e seus aliados a consideram uma política fiel e que vem fazendo grande trabalho no Turismo, inclusive com apoios importantes, como de Marcelo Freixo (PT), atual presidente da Embratur.

Além disso, Daniela é aliada de primeira grandeza de Eduardo Paes e deve conseguir costurar que o prefeito do Rio interceda por ela. Na outra ponta está Arthur Lira (Progressistas), que está garantindo a governabilidade de Lula através do blocão e, inclusive, comemorou o racha interno no União.

A decisão deve sair apenas após a volta de Lula da China. Mas Bivar está decidido a exigir a cabeça de Daniela para entregar os votos que o PT precisa no Congresso. A guerra agora virou matemática. Vence quem conseguir maior estabilidade para Lula entre os parlamentares.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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