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Viagens de Lula: saiba quanto tempo o presidente ficou fora do Brasil

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Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin
Reprodução: Ricardo Stuckert

Lula e o vice-presidente, Geraldo Alckmin

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) viajou para 24 países neste primeiro ano do terceiro mandato . A 15ª e última viagem de 2023 aconteceu no final de novembro, quando ele embarcou para um giro na Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes e Alemanha . O mandatário pousou no Brasil na madrugada de quarta-feira (6).

De acordo com Lula, a previsão é viajar mais pelo Brasil em 2024, não descartando viagens internacionais, mas com foco em território nacional.

Com base nas informações do Governo Federal, o iG fez um levantamento das viagens de Lula durante este ano. A metodologia usada não considerou as escalas e compromissos não oficiais.


O presidente passou 70 dias fora do Brasil e só não viajou nos meses de março e outubro. Veja a lista:

1ª viagem : Argentina e Uruguai (22 a 25 de janeiro).

2ª viagem : Estados Unidos (9 a 11 de fevereiro).

3ª viagem : China e Emirados Árabes (10 a 16 de abril).

4ª viagem : Portugal e Espanha (21 a 26 de abril).

5ª viagem : Reino Unido (5 a 7 de maio).

6ª viagem : Japão (17 a 23 de maio).

7ª viagem : Itália, França e Vaticano (20 a 24 de junho).

8ª viagem : Argentina (3 a 4 de julho).

9ª viagem : Colômbia (8 de julho).

10ª viagem : Bélgica e Cabo Verde (16 a 19 de julho).

11ª viagem : Paraguai (14 a 15 de agosto).

12ª viagem : África do Sul, Angola, São Tomé e Príncipe (21 a 27 de agosto).

13ª viagem : Índia (7 a 11 de setembro).

14ª viagem : Cuba e Estados Unidos (15 a 21 de setembro).

15ª viagem : Arábia Saudita, Qatar, Emirados Árabes e Alemanha (27 de novembro a 5 de dezembro).

Lula esteve mais de uma vez nos Estados Unidos, na Argentina e nos Emirados Árabes Unidos.

Para o presidente, as viagens internacionais servem para restaurar o prestígio do Brasil no exterior. Ao chegar da Alemanha na última semana, ele afirmou que o país ‘voltou a ser respeitado’.

“Eu volto dessa viagem, depois de passar pela Arábia Saudita, pelo Qatar, pela COP28 nos Emirados, e agora na Alemanha, muito convencido que o Brasil voltou a ser um país respeitado no mundo. As pessoas querem saber o que acontece aqui, querem investir aqui. Querem saber da transição energética e da presidência do Brasil no G20”, afirmou o petista durante a live “Conversa com o Presidente”.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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