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Você se lembra do Beetlejuice de 1988? A chance de rever na telona é agora

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Você se lembra do Beetlejuice de 1988? A chance de rever na telona é agora
Anna Salles

Você se lembra do Beetlejuice de 1988? A chance de rever na telona é agora

“Beetlejuice: Os Fantasmas se Divertem” (1988), dirigido por Tim Burton, retorna aos cinemas em exibição especial pela Warner Bros., que ocorrerá entre os dias 15 e 21 de agosto. Essa reexibição não só reacende a magia de um dos filmes mais emblemáticos dos anos 80, mas também prepara o terreno para a aguardada sequência: “Beetlejuice: Os Fantasmas Ainda se Divertem” , cuja estreia está marcada para o dia 5 de setembro, com a pré-venda de ingressos começando em 23 de agosto.

O filme original é uma explosão de ideias, caracterizada por uma execução que, embora flerte com o caos, encanta justamente por essa abordagem ousada. Michael Keaton entrega uma performance inesquecível como o demônio Beetlejuice, com uma energia frenética que mistura o grotesco com o cômico de maneira única. A narrativa, embora por vezes quase desande, encontra sua força na execução visual e no humor ágil que permeia toda a obra.

Apesar dos mais de trinta anos desde o lançamento, “Beetlejuice” ainda ressoa com frescor. A direção criativa de Burton, que mais tarde se consolidaria como um verdadeiro ícone do cinema, mostra aqui seu potencial máximo, trazendo um novo sopro de vida a um gênero que, na época, parecia estar em declínio. O filme não é apenas mais uma adição ao catálogo dos blockbusters; é uma experiência em si, oferecendo algo novo e diferente a cada vez que é revisitado.

“Beetlejuice” também se destaca por ser uma obra que prova que artistas imaginativos têm o poder de revitalizar gêneros esquecidos, algo que o enredo do próprio filme, com seus mortos-vivos e mundos paralelos, metaforicamente espelha. A mistura de comédia, terror e surrealismo cria uma bagunça atraente que se tornou uma das experiências visuais mais surpreendentemente agradáveis da época e que continua a encantar gerações.

Com a continuação chegando, o público terá a chance de revisitar Winter River e alguns de seus personagens icônicos. Na nova trama, Lydia (Winona Ryder) enfrenta um novo desafio quando sua filha, Astrid ( Jenna Ortega ), descobre o modelo da cidade no sótão e abre o portal para o Além, trazendo Beetlejuice (Michael Keaton) de volta à cena para mais confusão. Esse retorno promete trazer a mesma mistura de humor sombrio e caos sobrenatural que tornou o original um clássico.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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