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POLÍTICA

Wilson Santos participa de lançamento de obra que amplia leitos da maternidade de VG

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O deputado estadual Wilson Santos (PSD) participou, na manhã desta segunda-feira (2), do lançamento da pedra fundamental que marca o início das obras do Hospital Maternidade com Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal de Várzea Grande. A unidade vai ampliar a capacidade de atendimento de 27 para 120 leitos, sendo uma iniciativa do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Saúde, executado pelo Ministério da Saúde, em parceria com a prefeitura municipal – com investimentos de R$ 49,5 milhões que vai garantir uma estrutura moderna e adequada para o atendimento materno-infantil no município.

O parlamentar avaliou a obra como um avanço fundamental para Várzea Grande, ainda por ser a segunda maior cidade de Mato Grosso e uma das 100 maiores do país. “Não é fácil avançar, ainda mais em um município que carrega vícios de uma cultura política. A tarefa é difícil. Várzea Grande ainda é tratada como um bairro de Cuiabá. Essa obra não pertence a partido nenhum e é uma das maiores conquistas sonhadas pela população. O governo federal é digno de aplausos, pois tem investido como nunca no município”, destacou.

Durante a atual gestão da prefeita Flávia Moretti (PL), Wilson Santos destinou R$ 1 milhão em emendas parlamentares para a área da saúde, com indicação do vereador Charles da Educação (União), contribuindo para o reforço do estoque de medicamentos e para a reforma e ampliação da unidade de saúde do bairro Capão Grande, o que reafirma o seu compromisso com a saúde pública.

“Com essa construção, que amplia de 27 para 120 leitos, teremos um aumento superior a 500% na capacidade de atendimento. Aliada ao funcionamento das unidades de atenção básica, tenho certeza de que, até o final da gestão, a prefeita conseguirá garantir a infraestrutura de saúde que Várzea Grande merece, sem depender de Cuiabá e, inclusive, podendo auxiliar a capital quando necessário”, ressaltou o deputado.

Obra – O Hospital Maternidade de Várzea Grande contará com um projeto arquitetônico de aproximadamente 53 mil metros quadrados. A estrutura terá salas específicas para atendimento a gestantes, puérperas e recém-nascidos, banco de leite humano, cartório civil integrado, três salas cirúrgicas, consultórios médicos e ambulatoriais, além de espaços destinados à realização de diversos tipos de exames.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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