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Artigo: “A visão do mundo particular é estreita”

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Artigo: “A visão do mundo particular é estreita”
Milene Costa

Artigo: “A visão do mundo particular é estreita”

Qual é a origem dos nossos pensamentos? De onde surgem nossas interpretações? Onde nascem nossos desejos? O que afeta nossos sentimentos? O que provoca o medo? Investigar o surgimento do que pensamos e sentimos é descobrir que existe um mundo particular dentro de nós, que foi construído pelo acolhimento das atitudes e sentimentos daqueles que estavam perto de nós, bem como do que interpretamos e concluímos como bom ou mau.

Existe um mundo particular dentro de cada pessoa. Esse mundo particular é construído pela mente com seus múltiplos pensamentos, definições, imaginações, projeções e representações. Também os sentimentos são delimitados pelo mundo particular que se construiu dentro de outro mundo particular. Com tantas particularidades, achamos que a vida é o nosso mundo particular. Nesse momento, nos equivocamos.

Por que isso? Porque não podemos definir o mundo imenso, amplo e múltiplo a partir de nossa particularidade. Uma particularidade é cercada, fechada, com fronteiras definidas e espaços demarcados. Essa é uma das bases dos nossos conflitos interiores: desejamos que o mundo esteja de acordo com o nosso mundo particular. Nos frustramos, pois a vida nos convida sempre a sair do nosso mundo particular e conhecer a imensidão dos mundos diversos e possíveis.

Não deixamos de existir no nosso mundo particular. Mas, conhecer os mundos imensos e diversos fora de nós ajuda a mudar a maneira de ver a vida, amplia nossas fronteiras e alarga nossas possibilidades. Fixar o olhar, a mente e os sentimentos apenas em nosso mundo particular é experimentar constantemente dores infindáveis. É tempo de sair dos mundos particulares e conhecer as possibilidades do imenso universo que nos aguarda.

*Milene Costa é Doutoranda em Ciências da Religião, Mestre em Filosofia e possui diversas especializações na área de Teologia, além de uma carreira de mais de vinte anos como acadêmica. É a fundadora e maior responsável pela Ser e Pertencer, espaço que auxilia pessoas e grupos no cultivo da qualidade humana para as novas sociedades.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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