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Artigo: “Tokyo Vice”

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Artigo: “Tokyo Vice”
Lula Mattos

Artigo: “Tokyo Vice”

O chefe de um dos braços da Yacusa (sim, nós aprendemos na série que a Yacusa é o nome que designa todas as organizações criminosas no Japão, e são muitas!), em certo momento diz para um policial: “você entende mal o seu próprio país: a sociedade funciona bem porque, por debaixo dela, nós contemos o caos. Não existe Japão sem Yakuza” .

Isso parece mesmo uma verdade porque a Yacusa está presente em quase todos os ramos da sociedade civil japonesa, sobretudo a policial e a imprensa.
Jake Adelstein, um jornalista americano (Ansel Egort, numa atuação espetacular) depois de passar por um dificílimo processo de seleção, consegue um emprego no Jornal de maior circulação em Tokyo.

Jake rapidamente percebe que, como Gaijin (qualquer pessoa que não for japonesa é chamada assim) ele não vai crescer. Ele precisa de se superar para que suas matérias sejam mais relevantes, que o promovam além do núcleo policial (pequenos roubos e afins) para o qual foi designado.

Logo ele se confronta com um dos chefes mais poderosos do crime na cidade. A série se passa nos anos 1990, e seus criadores entregam uma Tokyo com precisão histórica e cultural dessa década nos mínimos detalhes.

São muitas subtramas que acontecem sem aparente conexão, para no final se encontrarem numa única e intensa narrativa.

O submundo de Tokyo é mostrado, além da Yacusa, nos estabelecimentos noturnos (chamados mizu-shōbai). As “anfitriãs” (que não são prostitutas) têm como objetivo fazer companhia aos fregueses, distraí-los com uma boa conversa (é mandatório que elas tenham uma abrangente cultura geral). O trabalho delas é fazer com que os fregueses bebam mais e mais.

A série tem o grande mérito de enveredar por um lado da capital nipônica quase desconhecido pelos ocidentais.

Ela é baseada no livro jornalístico autobiográfico de Jake Adelstein (o mesmo nome dado ao protagonista).

Tokyo Vice além do sucesso nos países ocidentais, é um grande sucesso também no Japão, o que atesta sua precisão das idiossincrasias japonesas. Não perca!

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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