Em nota enviada ao jornal estadunidense, o Serviço Secreto admitiu que não forneceu maior segurança em alguns casos. “Em alguns casos em que unidades ou recursos especializados do Serviço Secreto não foram fornecidos, a agência fez modificações para garantir a segurança do protegido”, disse Anthony Guglielmi , porta-voz do Serviço Secreto.
“Isso pode incluir o uso de parceiros estaduais ou locais para funções especializadas, ou identificar alternativas para reduzir a exposição pública de um protegido”, acrescentou Guglielmi. O porta-voz, porém, fez questão de ressaltar que os pedidos negados não eram especificamente para o comício em Butler
Anteriormente, porém, o Serviço Secreto havia negado ter recusado os pedidos de proteção de Trump. “Há uma afirmação falsa de que um membro da equipe do ex-presidente solicitou recursos adicionais e que esses foram rejeitados”, disse Guglielmi, no domingo passado, um dia após o ataque.
Em meio às críticas sobre a falta de proteção oferecida pelo Serviço Secreto, os republicanos começaram uma campanha pela demissão de Kimberly Cheatle, diretora do órgão.
Apesar disso, um porta-voz da campanha de Trump preferiu não comentar a notícia deste sábado e destacou a postagem do ex-presidente após o atentado. Na ocasião, o republicano agradeceu o Serviço Secreto e as forças de segurança dos EUA.
“Quero agradecer ao Serviço Secreto dos Estados Unidos e a todas as forças de segurança por sua rápida resposta ao tiroteio que acabou de ocorrer em Butler, Pensilvânia”, escreveu Trump, nas redes sociais, pouco depois do atentado.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.