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MATO GROSSO

TCE-MT realiza 2ª campanha de doação de sangue de 2024

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Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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O ônibus do MT-Hemocentro esteve na sede do TCE-MT nesta quarta (7) e quinta-feira (8). Clique aqui para ampliar

Reforçando a importância da doação de sangue, o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), em parceria com o MT-Hemocentro, realizou a 2ª campanha de coleta de sangue de 2024. A iniciativa é da Secretaria Executiva de Gestão de Pessoas do Tribunal, por meio do Núcleo de Qualidade de Vida no Trabalho (NQVT), e visa não só o bem estar físico, mas também social dos servidores e da população em geral. O ônibus do banco de sangue público esteve na sede do TCE nesta quarta (7) e quinta-feira (8).

Doador de sangue desde 2022, o assessor jurídico do TCE-MT, Luiz Guilherme da Costa e Silva, conta que foi sensibilizado por uma campanha de doação de autoria do Tribunal de Contas e desde então, nunca mais deixou de doar. “E ainda me tornei um incentivador, pois na minha família não tinha nenhum doador de sangue e hoje temos vários, que se espelharam em mim. Isso me deixa muito feliz.”

O servidor terceirizado, José Gonçalves, já trilha o caminho da doação de sangue há quase 10 anos e se diz motivado com a parceria entre o TCE e o MT-Hemocentro, que tornou suas doações ainda mais cômodas e prazerosas. “Ter um banco de coleta dentro do nosso serviço é incrível, não tem desculpa de falta de tempo ou dificuldades na logística. A gente faz o bem dando apenas alguns passos do nosso ambiente de trabalho.”

Crédito: Thiago Bergamasco/TCE-MT
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Uma bolsa de sangue pode salvar até quatro vidas.

A enfermeira do MT-Hemocentro, Claudete Sato, salientou a importância de cada bolsa de sangue recebida, lembrando que uma doação pode salvar até quatro vidas. “Além da boa intenção, o doador precisa se atentar aos pré-requisitos necessários para realizar a doação e respeitar o intervalo mínimo entre uma doação e outra, sendo dois meses para os homens e três meses para as mulheres, ou seja, o doador do sexo masculino pode doar até quatro vezes ao ano, enquanto o sexo feminino pode doar três vezes.”

Além de abastecer o único banco de sangue público de Mato Grosso, as doações realizadas no MT-Hemocentro também compõem o serviço prestado pelo ambulatório da instituição, que atende atualmente cerca de 3 mil pacientes de todo o estado. “Este sangue ajuda no tratamento de doenças hematológicas não oncológicas diagnosticadas em pacientes adultos e pediátricos. Então, quando um doador faz esse ato de amor, ele está garantindo a vida desses pacientes que passam a vida toda tratando essas doenças no ambulatório, porque esse sangue vai ser preparado exclusivamente para essas pessoas”, explica a servidora do NQVT, Luciana Salem.

Ela ainda frisa que o sangue é um tecido vivo, que a ciência não consegue reproduzir, e destaca que não existe nenhum produto que possa substituí-lo. “Muito pelo contrário, os fatores de coagulação, as plaquetas baixas, tudo isso depende exclusivamente do sangue que só pode ser doado. Então, quando uma pessoa realiza a doação, ela está salvando vidas.”

Secretaria de Comunicação/TCE-MT 
E-mail: imprensa@tce.mt.gov.br
Flickr: clique aqui

Fonte: TCE MT – MT

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MATO GROSSO

Inteligência artificial e fake news marcam debate sobre eleições

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O avanço da inteligência artificial e os riscos da desinformação no contexto do ano eleitoral foram o foco da entrevista promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na sexta-feira (17), no Espaço MP Por Elas, no Pantanal Shopping. Parte projeto Diálogos com a Sociedade, a entrevista reuniu promotores e servidores para discutir como o uso dessas tecnologias pode impactar o processo democrático e quais medidas vêm sendo adotadas para prevenir abusos e práticas ilegais durante o período eleitoral.Participaram do debate o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO), Mauro Poderoso de Souza, e o analista de inteligência cibernética do MPMT, Kembolle Amilkar de Oliveira.Durante a conversa, os convidados destacaram que a desinformação não se limita à mentira explícita, mas também inclui conteúdos verdadeiros divulgados fora de contexto, especialmente potencializados pelo uso indevido da inteligência artificial. “Fake news não é só a mentira descarada; é também a verdade fora de contexto. Nosso maior receio é não conseguirmos dar as respostas com a mesma velocidade que a mentira se espalha”, alertou o promotor de Justiça Mauro Poderoso.Do ponto de vista técnico, Kembolle Amilkar de Oliveira explicou como a tecnologia pode ser usada para manipular a percepção do eleitor e dificultar a identificação de conteúdos falsos. “Existe uma técnica chamada operação psicológica, que é uma manobra de persuasão em massa. Usando IA, é possível fazer manipulações em vídeos e áudios que influenciam a tomada de decisão do eleitor”, afirmou, ressaltando ainda a importância da educação digital da população para evitar a propagação de informações falsas.Ao tratar do papel institucional, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano destacou que a inteligência artificial também pode ser uma aliada da democracia, desde que utilizada de forma responsável e transparente. “A IA trouxe facilidades e pode igualar oportunidades, desde que haja a obrigatoriedade de informar que o conteúdo foi feito com IA”, pontuou. O promotor de Justiça anunciou ainda que o MPMT trabalha no lançamento de um compilado de ferramentas, acessíveis por QR Code e links encurtados, para que os cidadãos possam verificar a autenticidade de fatos, imagens e vídeos. Segundo Daniel Carvalho Mariano, internamente, a tecnologia já auxilia na extração de informações processuais e na transcrição de áudios e vídeos, permitindo mais tempo de dedicação ao atendimento à sociedade.Os entrevistados também chamaram atenção para as consequências legais da desinformação no período eleitoral. “O descumprimento das regras é crime eleitoral. A consequência é a cassação e a inelegibilidade do candidato, além de multas”, explicou Mauro Poderoso. Para Daniel Carvalho Mariano, a melhor prevenção ainda é a cautela do cidadão. “Se o conteúdo é bombástico e pede para repassar sem pensar, a orientação é parar, respirar e não compartilhar. Na imensa maioria das vezes, é mentira”, concluiu.Assista à entrevista na íntegra aqui.  Diálogos com a Sociedade – A entrevista marcou o encerramento da primeira temporada de 2026 do projeto Diálogos com a Sociedade. Neste ano, o Espaço MP Por Elas integrou a programação da temporada 2026 do projeto, ampliando o diálogo do Ministério Público com a população em um ambiente acessível e de grande circulação. As entrevistas seguem disponíveis no canal do Youtube do Ministério Público do Mato Grosso (MPMT), fortalecendo o acesso à informação e reafirmando o compromisso institucional com a promoção da cidadania.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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