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“Viúva Clicquot” – um brinde visual à resiliência

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“Viúva Clicquot” – um brinde visual à resiliência
Anna Salles

“Viúva Clicquot” – um brinde visual à resiliência

“Viúva Clicquot” (2024) apresenta uma história de resiliência e inovação, centrada na performance cativante de Haley Bennett como Barbe-Nicole Ponsardin, a mulher por trás de um dos Champagnes mais icônicos do mundo, o Veuve Clicquot . O filme, com uma duração de 90 minutos, tenta capturar os desafios pessoais e profissionais da viúva, comprimindo sua trajetória em uma narrativa que, embora eficiente, deixa um certo desejo por uma abordagem mais profunda.

O filme oscila entre diferentes momentos da vida de Barbe-Nicole, utilizando narrações que, por vezes, tornam a narrativa um pouco desordenada. No entanto, a cinematografia é um dos pontos altos da produção, evocando a estética dos exuberantes quadros franceses e transportando o espectador para as paisagens vinícolas do século XIX.

Apesar de uma direção que busca equilíbrio entre eficiência e elegância, “Viúva Clicquot” carece de uma inspiração mais profunda ao explorar as conquistas de sua protagonista. A abordagem da história é um tanto diluída, particularmente ao enquadrar Barbe-Nicole dentro de um contexto que, por vezes, subestima sua evolução como empreendedora, focando mais em sua vida pessoal do que em seu papel inovador no mundo do vinho.

Ainda assim, o filme se destaca por dar atenção aos aspectos práticos da produção de vinhos, oferecendo uma visão intrigante do processo que levou ao sucesso da marca Clicquot. “Viúva Clicquot” é uma homenagem que, embora breve, é digna à mulher que transformou a indústria do champagne. O filme pode não ser revolucionário, mas, como um bom champagne, deixa um sabor agradável e duradouro para aqueles que o apreciam. A produção da Paris Filmes entra em cartaz nesta quinta-feira (15) nos cinemas da cidade.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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