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Cerca de 200 cidades enfrentam níveis de umidade iguais ou inferiores aos do Saara

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A baixa umidade se deve à combinação de fatores como a falta de chuvas e o aumento das temperaturas
Rafael Neddermeyer/ Fotos Públicas

A baixa umidade se deve à combinação de fatores como a falta de chuvas e o aumento das temperaturas


O Brasil enfrenta uma seca severa e generalizada, com níveis críticos de umidade do ar em diversas regiões do país. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia, quase 200 cidades registraram índices de umidade relativa do ar comparáveis aos do Deserto do Saara.

As regiões mais afetadas incluem Mato Grosso do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Goiás e Minas Gerais, com algumas cidades apresentando umidade abaixo de 10%.

A baixa umidade se deve à combinação de fatores como a falta de chuvas e o aumento das temperaturas, o que tem gerado dificuldades respiratórias para a população.

Em algumas localidades, a umidade chegou a 5%, similar ao Deserto do Atacama, considerado um dos mais secos do mundo.

Outras cidades registraram índices próximos a 20%, o que é preocupante para a saúde. O Deserto do Saara, por exemplo, apresenta uma umidade máxima de 20%.

As informações foram obtidas por estações de monitoramento do Inmet, que cobrem grande parte do território nacional, mas não todos os municípios.

A seca é agravada por um bloqueio atmosférico que tem impedido a formação de nuvens e a ocorrência de chuvas.

O estado do Rio Grande do Sul, até o momento, é uma exceção, sem registrar os mesmos níveis de aridez das demais regiões.


Cuidados

A população tem sido orientada a adotar medidas preventivas para lidar com os efeitos da baixa umidade.

Entre as recomendações estão a ingestão de água ao longo do dia, a utilização de umidificadores de ar, evitar a exposição ao sol entre 10h e 16h, e a prática de atividades físicas intensas nos horários mais quentes.

Também é sugerido o uso de soro fisiológico para umedecer as vias respiratórias e o uso de hidratantes para a pele.

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Fonte: Nacional

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BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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