Connect with us

MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre prisão de pai condenado há mais de 28 anos por estupro de vulnerável

Publicado

em

Um homem foragido da Justiça foi preso pela Polícia Civil, na tarde desta segunda-feira (07.10), em Campo Verde, por condenações de crimes de estupro de vulnerável contra a filha de 9 anos.

O pai estava com o mandado de prisão por condenação expedido pelos juízos das Comarcas de Campo Verde e Jaciara. As sentenças somadas ultrapassam 28 anos de reclusão em regime fechado.

O réu foi localizado durante intensa investigação da Delegacia de Campo Verde. Após as providências cabíveis, o acusado foi levado para a Cadeia Pública local, onde cumprirá a pena conforme determinação da Justiça.

Para o delegado de Campo Verde, Philipe de Paula da Silva Pinho, essa prisão representa um marco significativo na luta contra crimes sexuais na região, reforçando o compromisso da Polícia Civil em garantir a segurança e a justiça para todos os cidadãos.

“A Delegacia de Campo Verde continuará trabalhando incansavelmente para proteger a população e assegurar que a lei seja cumprida”, destacou o delegado.

Os crimes

De acordo com as investigações, o condenado estuprou, por várias vezes, a própria filha portadora de necessidades especiais. A vítima acabou engravidando do pai aos 9 anos de idade.

A menor possuía déficit mental moderado, sem condições de autogestão, de labor, incapaz para os atos da vida civil, ou seja, vulnerável.

Durante os atendimentos feitos pelas profissionais da área de saúde, concluiu-se que a menina quase não entendia o que era perguntado, não possuía capacidade intelectual de resolver um teste para crianças da mesma idade, bem como ficou claramente demonstrado que para a vítima era natural o pai manter relação sexual com ela.

O processo criminal transitou em segredo de Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

Continue Lendo

MATO GROSSO

Justiça recebe denúncia do MPMT por feminicídio tentado em Alto Taquari

Publicado

em

Por

A Justiça recebeu a denúncia criminal apresentada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) por tentativa de feminicídio ocorrida no dia 1º de abril de 2026, no município de Alto Taquari (a 479 km de Cuiabá). A decisão, proferida pela Vara Única da Comarca, marca o início formal da ação penal contra o acusado.De acordo com a denúncia oferecida pela Promotoria de Justiça de Alto Araguaia e Alto Taquari, o réu mantinha um relacionamento afetivo com a vítima e teria invadido a residência dela de forma sorrateira, utilizando uma cópia da chave. A mulher foi atacada enquanto dormia e recebeu diversos golpes de faca em várias regiões do corpo, sofrendo ferimentos graves que configuraram risco concreto de morte. A vítima sobreviveu graças à própria resistência e ao rápido atendimento médico providenciado por pessoas próximas, sem que o agressor tenha prestado qualquer tipo de socorro.O Ministério Público sustenta que o crime foi motivado pelo comportamento possessivo do acusado e pela inconformidade com o término do relacionamento, caracterizando violência doméstica e familiar praticada por razões da condição do sexo feminino. A acusação também apontou a incidência da agravante de motivo fútil, em razão do sentimento de posse demonstrado pelo agressor.Na denúncia, a Promotoria destacou ainda a presença de causas especiais de aumento de pena, entre elas o fato de a vítima ser mãe de filhos menores e o uso de recurso que dificultou sua defesa. Conforme narrado, o acusado se aproveitou do ingresso não autorizado na residência, surpreendendo a vítima em situação de extrema vulnerabilidade e utilizando arma branca contra uma pessoa desarmada.Além da tentativa de feminicídio, o réu também foi denunciado pelo crime de embriaguez ao volante. Logo após o ataque, durante a fuga, ele teria conduzido um veículo em via pública com a capacidade psicomotora alterada pelo consumo de álcool, vindo a colidir contra o canteiro central de uma rodovia estadual.Ao receber integralmente a denúncia ministerial, o juiz da Vara Única de Alto Taquari determinou a citação do acusado para apresentação de defesa escrita, dando prosseguimento ao trâmite processual que deverá culminar em julgamento pelo Tribunal do Júri. O Ministério Público também requereu a fixação de indenização mínima pelos danos morais e patrimoniais sofridos pela vítima, reforçando o compromisso institucional com a proteção das mulheres em situação de violência doméstica e com a responsabilização penal dos autores desses crimes.

Processo 1000303-24.2026.8.11.0092.

Fonte: Ministério Público MT – MT

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora