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MATO GROSSO

MPMT conquista Selo Lixo Zero e Prêmio Lixo Zero 2025

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) conquistou o Selo Lixo Zero, certificação inédita concedida pelo Instituto Lixo Zero Brasil a instituições que destinam corretamente mais de 50% dos resíduos gerados. Além disso, recebeu o Prêmio Lixo Zero 2025, na categoria Instituição Pública. A certificação e a premiação ocorreram no dia 4 de dezembro, durante o Ciclo Consciente de Boas Práticas Lixo Zero, realizado em Brasília (DF).O reconhecimento é resultado de um trabalho consistente que avaliou cinco boas práticas. No critério “Redução e reuso”, o MPMT atingiu 100%. Em “Educação e conscientização” e “Reciclagem”, alcançou 92%. Já em “Compostagem” e “Ações sociais”, os índices foram de 83% e 80%, respectivamente. No total, a instituição conseguiu desviar 61% dos resíduos do aterro sanitário. A certificação tem validade até novembro de 2026.A subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Anne Karine Louzich Hugueney Wiegert, destacou que a conquista exigiu empenho coletivo. “Essa caminhada foi construída com muito esforço, desde os primeiros ajustes estruturais até a mudança de hábitos do dia a dia. Cada membro, servidor, estagiário e colaborador teve um papel essencial nesse processo. Essa certificação e esse prêmio são de todos nós”, afirmou.Para a gerente do programa MPMT Sustentável, Dálete Campos Mariano, o resultado é fruto da união de esforços e da compreensão da importância de repensar o consumo e a destinação dos resíduos. “O prêmio é uma evidência de que estamos no caminho certo e de que vale a pena o esforço para engajar cada integrante nessa causa”, ressaltou.Referência nacional – Durante o evento, realizado nos dias 3 e 4 de dezembro, Mato Grosso também foi destaque nacional com um painel exclusivo sobre boas práticas, comprovando que o estado se consolida como referência no movimento Lixo Zero. O painel, intitulado “Do local ao nacional: Como Mato Grosso vem se tornando referência Lixo Zero”, foi moderado por Jean Peliciari e reuniu representantes do MPMT, Sicredi Ouro Verde e município de Lucas do Rio Verde.As boas práticas do MPMT foram apresentadas por Dálete Mariano e pelo gerente de Materiais do Departamento de Apoio Administrativo (DAA), Marcos Aurelio Borges Nogueira. Segundo ela, o encontro foi enriquecedor e reforçou o protagonismo do MPMT. “Voltamos carregados de boas ideias e percebemos que estamos na vanguarda desse movimento rumo à sustentabilidade nas instituições públicas. É fundamental destacar o impacto coletivo das práticas institucionais, muito mais relevante do que ações isoladas”, enfatizou.O evento reuniu especialistas, estudantes, representantes de organizações que adotaram o protocolo Lixo Zero e cooperativas de reciclagem.Selo Lixo Zero – A certificação é resultado de um ano inteiro de trabalho contínuo, planejamento e engajamento coletivo, dentro do Programa MPMT Sustentável, que integra o Planejamento Estratégico Institucional (PEI) 2024–2031. Desde o lançamento do projeto, em 2024, diversas ações foram implementadas: redução do uso de papel e copos descartáveis, implantação da compostagem com certificação de CO₂ evitado, substituição das lixeiras por residuários específicos e campanhas educativas conduzidas pela mascote Emi, que ajudaram a disseminar o conceito de consumo consciente e destinação correta de resíduos.Além disso, em agosto deste ano, foi assinado um termo de compromisso que simboliza o comprometimento institucional em atender aos critérios exigidos para a conquista do Selo Lixo Zero. O objetivo institucional é garantir os mais altos padrões de boas práticas socioambientais e, para isso, os indicadores referentes a “Educação e conscientização”, “Reciclagem”, “Compostagem”, “Ações sociais” e “Redução e reuso” devem ser mantidos acima de 80%.Saiba mais – O Selo Lixo Zero reconhece organizações que desviam de aterros sanitários ou incineração pelo menos metade dos resíduos gerados, destinando-os para reutilização, reciclagem ou compostagem. A metodologia segue modelos internacionais e promove benefícios ambientais, sociais e econômicos – entre eles, a valorização da economia circular, o estímulo a novas políticas públicas e o fortalecimento da consciência ambiental coletiva.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

Inteligência artificial e fake news marcam debate sobre eleições

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O avanço da inteligência artificial e os riscos da desinformação no contexto do ano eleitoral foram o foco da entrevista promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na sexta-feira (17), no Espaço MP Por Elas, no Pantanal Shopping. Parte projeto Diálogos com a Sociedade, a entrevista reuniu promotores e servidores para discutir como o uso dessas tecnologias pode impactar o processo democrático e quais medidas vêm sendo adotadas para prevenir abusos e práticas ilegais durante o período eleitoral.Participaram do debate o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO), Mauro Poderoso de Souza, e o analista de inteligência cibernética do MPMT, Kembolle Amilkar de Oliveira.Durante a conversa, os convidados destacaram que a desinformação não se limita à mentira explícita, mas também inclui conteúdos verdadeiros divulgados fora de contexto, especialmente potencializados pelo uso indevido da inteligência artificial. “Fake news não é só a mentira descarada; é também a verdade fora de contexto. Nosso maior receio é não conseguirmos dar as respostas com a mesma velocidade que a mentira se espalha”, alertou o promotor de Justiça Mauro Poderoso.Do ponto de vista técnico, Kembolle Amilkar de Oliveira explicou como a tecnologia pode ser usada para manipular a percepção do eleitor e dificultar a identificação de conteúdos falsos. “Existe uma técnica chamada operação psicológica, que é uma manobra de persuasão em massa. Usando IA, é possível fazer manipulações em vídeos e áudios que influenciam a tomada de decisão do eleitor”, afirmou, ressaltando ainda a importância da educação digital da população para evitar a propagação de informações falsas.Ao tratar do papel institucional, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano destacou que a inteligência artificial também pode ser uma aliada da democracia, desde que utilizada de forma responsável e transparente. “A IA trouxe facilidades e pode igualar oportunidades, desde que haja a obrigatoriedade de informar que o conteúdo foi feito com IA”, pontuou. O promotor de Justiça anunciou ainda que o MPMT trabalha no lançamento de um compilado de ferramentas, acessíveis por QR Code e links encurtados, para que os cidadãos possam verificar a autenticidade de fatos, imagens e vídeos. Segundo Daniel Carvalho Mariano, internamente, a tecnologia já auxilia na extração de informações processuais e na transcrição de áudios e vídeos, permitindo mais tempo de dedicação ao atendimento à sociedade.Os entrevistados também chamaram atenção para as consequências legais da desinformação no período eleitoral. “O descumprimento das regras é crime eleitoral. A consequência é a cassação e a inelegibilidade do candidato, além de multas”, explicou Mauro Poderoso. Para Daniel Carvalho Mariano, a melhor prevenção ainda é a cautela do cidadão. “Se o conteúdo é bombástico e pede para repassar sem pensar, a orientação é parar, respirar e não compartilhar. Na imensa maioria das vezes, é mentira”, concluiu.Assista à entrevista na íntegra aqui.  Diálogos com a Sociedade – A entrevista marcou o encerramento da primeira temporada de 2026 do projeto Diálogos com a Sociedade. Neste ano, o Espaço MP Por Elas integrou a programação da temporada 2026 do projeto, ampliando o diálogo do Ministério Público com a população em um ambiente acessível e de grande circulação. As entrevistas seguem disponíveis no canal do Youtube do Ministério Público do Mato Grosso (MPMT), fortalecendo o acesso à informação e reafirmando o compromisso institucional com a promoção da cidadania.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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