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POLÍTICA

Valmir Moretto reforça saúde e infraestrutura da região oeste com indicação de emendas parlamentares

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O deputado estadual Valmir Moretto (Republicanos) reafirma, com números e entregas concretas, o compromisso com os municípios de toda a região oeste de Mato Grosso. São investimentos estratégicos, por meio de emenda parlamentar aplicados na saúde pública, mobilidade e estrutura administrativa que fortalecem o atendimento à população e garantem mais dignidade para quem vive no interior.

Somente de dezembro a fevereiro, já foram R$ 11.200.200,70 pagos, contemplando dezenas de cidades com ambulâncias, ônibus, micro-ônibus, Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) móvel, semi UTIs, equipamentos hospitalares, custeio da saúde e estrutura para agentes comunitários e de endemias.

Em sua atuação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Moretto reforça que seu mandato é pautado por responsabilidade, diálogo com prefeitos e lideranças e, acima de tudo, compromisso com resultados.

“Nosso trabalho é municipalista. Cada ambulância entregue, cada equipamento adquirido e cada recurso de custeio garantido representa mais qualidade de vida para a população. Seguimos firmes, trabalhando por todo Mato Grosso”, afirma.

Entre os principais investimentos estão:

Pontes e Lacerda – Ônibus: R$ 1.508.900,00

Mirassol d’Oeste – Custeio: R$ 1 milhão

Mirassol d’Oeste – Castração de cães e gatos: R$ 250 mil

Campos de Júlio – Tomógrafo Computadorizado: R$ 700 mil

Conquista d’Oeste – Ônibus: R$ 700 mil

Vale de São Domingos – Micro-ônibus: R$ 641.300,70

Araputanga – Ônibus: R$ 600 mil

Jauru – UTI Móvel: R$ 508 mil

Jauru – Ambulância: R$ 350 mil

Curvelândia – Ambulância: R$ 400 mil

Figueirópolis d’Oeste – Semi UTI: R$ 400 mil

Rio Branco – Ambulância: R$ 250 mil

Salto do Céu – Ambulância: R$ 250 mil

Cáceres – Bikes elétricas para Agentes de Endemias: R$ 210 mil

Lambari d’Oeste – Ambulância: R$ 170 mil

Glória d’Oeste – Motos para Agentes de Saúde: R$ 150 mil

Indiavaí – Custeio: R$ 150 mil

Porto Esperidião – 02 Pick-ups para Saúde: R$ 300 mil

Porto Esperidião – Equipamentos (eletrocardiograma, notebooks e impressoras): R$ 100 mil

Outros municípios contemplados:

Nobres – Custeio: R$ 350 mil

São José do Xingu – Ultrassom: R$ 350 mil

Juruena – Semi UTI: R$ 342 mil

Campo Novo do Parecis – Melhorias para Hospital: R$ 300 mil

Campo Novo do Parecis – Raio-X Odontológico: R$ 150 mil

Querência – Custeio: R$ 300 mil

Gaúcha do Norte – Aparelho de Exames Laboratoriais: R$ 120 mil

Alto Paraguai – Veículo com carroceria (Endemias): R$ 100 mil

Barra do Bugres – Equipamentos para UTI Móvel: R$ 100 mil

Nova Marilândia – Custeio: R$ 100 mil

Os recursos fortalecem especialmente a área da saúde, garantindo mais estrutura, agilidade no atendimento e melhores condições de trabalho para os profissionais. O mandato continua avançando, com novas articulações e mais investimentos a caminho.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA

TJMT suspende desocupação em condomínios após pedido da ALMT

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Em resposta ao pedido encaminhado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) nesta sexta-feira (17), a Corregedoria-Geral da Justiça do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) decidiu suspender a medida de desocupação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso envolvendo famílias que residem nos condomínios Villas das Minas e Villas das Lavras do Sutil I e II, em Cuiabá. A decisão do Judiciário ocorreu após solicitação formal da Assembleia, diante da preocupação com os impactos sociais da medida.

A decisão considera que o caso apresenta potencial impacto social relevante, especialmente diante da possibilidade de cumprimento de medida de imissão na posse envolvendo famílias em situação de vulnerabilidade, e reforça a necessidade de adoção de etapas preparatórias antes de qualquer decisão de desocupação coletiva.

“Recebemos uma decisão muito importante da Corregedoria do Tribunal de Justiça, que representa uma vitória significativa para as famílias dos condomínios Minas e Lavras do Sutil. Ainda não vencemos a guerra, mas conquistamos uma batalha importante, que traz tranquilidade aos moradores que estavam vivendo momentos de angústia. Quero agradecer à Procuradoria da Assembleia e ao Poder Judiciário pela sensibilidade em olhar para essa situação. Esse resultado é fruto de um trabalho conjunto. Agora, vamos continuar dialogando e trabalhando para construir uma solução justa e definitiva para essas famílias. Contem com a Assembleia Legislativa, porque estaremos ao lado de vocês”, comemorou o deputado estadual Max Russi (Podemos), presidente da Assembleia Legislativa.

O procurador da Assembleia Legislativa, Ricardo Riva, explicou que a decisão da Corregedoria do Tribunal de Justiça foi resultado direto do pedido formal apresentado pela Casa, que apontou a necessidade de cumprimento de etapas legais e sociais antes da execução da medida de desocupação.

Segundo ele, a Assembleia solicitou a suspensão da imissão na posse justamente para garantir que o processo observe as exigências previstas na legislação e nas normas que tratam de conflitos fundiários coletivos.

“A Assembleia oficiou a Corregedoria do Tribunal pedindo a suspensão do cumprimento da imissão na posse, ou seja, da retirada das famílias dos apartamentos, porque existem etapas legais e sociais que precisam ser cumpridas antes de qualquer desocupação coletiva. A decisão da Corregedoria foi tomada a partir dessa solicitação e determinou o encaminhamento do processo à Comissão Regional de Soluções Fundiárias para análise técnica do caso”, explicou o procurador.

Ricardo Riva destacou ainda que a medida busca assegurar que qualquer decisão judicial seja precedida de avaliação técnica e de diálogo institucional, garantindo segurança jurídica e proteção às famílias envolvidas.

O pedido da ALMT – No documento encaminhado ao Judiciário, o presidente Max Russi alerta que o cumprimento da ordem de imissão na posse, decorrente de um processo de falência iniciado em 2003, pode resultar na retirada imediata de moradores de suas residências sem que haja medidas adequadas de acolhimento social às famílias afetadas. O ofício destaca que a execução da decisão, da forma como está prevista, pode gerar consequências sociais graves, especialmente para pessoas em situação de vulnerabilidade.

A Assembleia também argumenta que a condução do processo deve observar normas e diretrizes que tratam da proteção de direitos humanos e da mediação de conflitos. Entre os dispositivos citados estão o Provimento nº 23/2023 do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, a Resolução nº 510 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e orientações do Supremo Tribunal Federal (STF), que estabelecem que desocupações coletivas precisam ser precedidas de diálogo entre as partes e da definição de estratégias de atendimento às famílias atingidas.

De acordo com o documento, essas normas determinam que, antes da execução de despejos coletivos, sejam realizadas reuniões preparatórias e elaborados planos de ação que considerem a situação social dos moradores, garantindo alternativas de acolhimento e encaminhamento a programas habitacionais ou de assistência social, sempre que necessário.

Visita aos condomínios – Na noite de quinta-feira (16), Russi esteve pessoalmente nos residenciais para ouvir os moradores e acompanhar de perto a situação. Durante a visita, o parlamentar conversou com os condôminos e manifestou preocupação com a possibilidade de retirada imediata das pessoas de suas casas, destacando o clima de insegurança e aflição vivido pelos moradores. A presença do deputado no local ocorreu após relatos de que centenas de famílias temem perder suas moradias em razão de decisão judicial.

Fonte: ALMT – MT

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queiroz

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