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GSI: major que deu água a bolsonaristas deve depor

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Integrantes do GSI e invasores
Reprodução / CNN Brasil – 19.04.2023

Integrantes do GSI e invasores

O governo brasileiro conseguiu identificar o militar que aparece em imagens recém divulgadas oferecendo água aos manifestantes golpistas que invadiram o Palácio do Planalto em 8 de janeiro deste ano.

De acordo com informações da TV Globo, o homem no vídeo é o Major do Exército José Eduardo Natale de Paula Pereira. Ele trabalhava como coordenador de segurança dos palácios presidenciais e estava de serviço no Planalto naquele dia.

O Major Pereira já havia prestado depoimento à Polícia Federal em janeiro como testemunha, mas terá que ser interrogado novamente devido à divulgação de novos vídeos.

José Eduardo Natale de Paula Pereira, Major do Exército Brasileiro - 20.04.2023
Reprodução 20.04.2023

José Eduardo Natale de Paula Pereira, Major do Exército Brasileiro – 20.04.2023

O material, que foi divulgado recentemente pela CNN, mostra o então ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) , general Gonçalves Dias, e seus auxiliares caminhando entre os manifestantes que haviam invadido os andares superiores do Palácio do Planalto durante os atos golpistas.

O episódio levantou preocupações sobre a segurança dos palácios presidenciais e a possibilidade de militares estarem envolvidos em atividades políticas inapropriadas.

O Major Pereira deve ser ouvido pela Polícia Federal, após identificação nas imagens.

Após a divulgação do vídeo Dias e outro funcionário do GSI, Ricardo José Nigri, pediram demissão dos cargos.

O presidente Lula nomeou o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Ricardo Cappelli, como ministro interino do GSI. Cappelli trabalhou como o interventor federal na segurança pública do Distrito Federal após os atos golpistas.

Nota de Esclarecimento da Presidência da República

“A respeito de reportagem veiculada sobre os ataques do 8 de janeiro, o Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) esclarece que as imagens mostram a atuação dos agentes de segurança que foi, em um primeiro momento, no sentido de evacuar os quarto e terceiro pisos do Palácio do Planalto, concentrando os manifestantes no segundo andar, onde, após aguardar o reforço do pelotão de choque da PM/DF, foi possível realizar a prisão dos mesmos.

Quanto as afirmações de que agentes do GSI teriam colaborado com os invasores do Palácio do Planalto, informa-se que as condutas de agentes públicos do GSI envolvidos estão sendo apuradas em sede de sindicância investigativa instaurada no âmbito deste Ministério e se condutas irregulares forem comprovadas, os respectivos autores serão responsabilizados.

Cabe ainda ressaltar que as imagens de câmeras de segurança do Palácio do Planalto, gravadas no dia 8 de janeiro, fazem parte de Inquérito Policial instaurado no âmbito do STF, e o GSI não autorizou ou liberou qualquer imagem que não fosse destinada aos órgãos investigativos responsáveis, tendo em vista a proteção do sigilo do inquérito, previsto no art. 20 do Código de Processo Penal”.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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