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BRASIL

CPI de 8/1 deve começar investigações a partir de financiadores

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Bolsonaristas golpistas invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 08.01.2023

Bolsonaristas golpistas invadem Congresso, STF e Palácio do Planalto

Os financiadores dos atos antidemocráticos que destruiram os Três Poderes , em Brasília, no dia 8 de janeiro, devem ser o alvo principal no início das investigações da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) dos Atos Golpistas, segundo a relatora, senadora Eliziane Gama (PSD-MA).

De acordo com Gama, as investigações não irão se limitar apenas a data dos atos golpistas. Ela afirma que haverá uma apuração dos ataques anteriores a data, como o que aconteceu à da Polícia Federal, em 12 de dezembro de 2022, além da tentativa de explosão de caminhão-tanque no aeroporto da capital, em 24 de dezembro.

No entendimento da relatora, tudo está interligado e, os dois primeiros, foram como se os golpistas estivessem “se preparando” para o 8 de janeiro.

Com isso, os primeiros requerimentos para aprovação dos membros devem ser os que envolvem a convocação e a quebra de sigilo das pessoas suspeitas de finaciamento, sejam física ou jurídica. As reuniões para votar requerimentos devem começar na semana que vem.

Até agora a CPI já enviou 100 requerimentos que pedem a quebra de sigilo de pessoas envolvidas na tentativa de golpe. Desde de segunda-feira (29), já foram protocolados 50 novos pedidos. Veja sobre o que são:

  • transferência de sigilo bancário;
  • fiscal;
  • telefônico e telemático.

Com a quebra de sigilo, a polícia consegue ler mensagens contidas em aplicativos, por exemplo.

Os partidos que mais fizeram solicitações de quebra de sigilo foram o PT e PDT, que compõem a base do atual governo. Já o PSDB fez dois pedidos.

Veja para quem os pedidos foram direcionados:

  • Jair Bolsonaro, ex-presidente
  • Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro;
  • Ailton Barros, ex-militar ligado a Mauro Cid;
  • Gonçalves Dias, ex-ministro do GSI do governo Lula;
  • José Eduardo Natale, ex-coordenador de Segurança das Instalações Presidenciais de Serviço do GSI;
  • George Washington de Oliveira Sousa, envolvido na tentativa de explosão de um caminhão de combustível em Brasília;
  • Wellington Macedo de Souza, também envolvido na tentativa de explosão;
  • Alan Diego dos Santos Rodrigues, comparsa de George e Wellington.

Além desses, também há requerimentos contra pessoas que participaram dos ataques e que podem ter ligações com parlamentares, por exemplo.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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