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SP: equipes retomam buscas por sobreviventes das chuvas nesta terça

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Chuva deixa rastro de destruição no litoral norte de São Paulo
Reprodução CNN Brasil – 20.02.2023

Chuva deixa rastro de destruição no litoral norte de São Paulo

As buscas por sobreviventes após o temporal que devastou o litoral norte de São Paulo foram retomadas na manhã desta terça-feira (21) pelas equipes de resgate. Segundo a última atualização do governo estadual, ao menos 40 pessoas morreram após as chuvas , sendo 39 em São Sebastião e uma em Ubatuba.

Conforme os dados, outras 36 pessoas também estão desaparecidas. As equipes concentram esforços, principalmente, em bairros da costa sul de São Sebastião, como a Vila do Sahy, região que teve maior número de vítimas.

Juquehy foi outro bairro severamente afetado pela tempestade e, entre segunda (20) e terça, o Corpo de Bombeiros registrou um novo deslizamento de terra no local. O bairro fica a cerca de 50 km da região central e o acesso por terra está bloqueado devido aos estragos causados pela chuva.

Além de fazer a busca de vítimas, as equipes de resgate também trabalham para desobstruir a rodovia Rio-Santos e possibilitar o acesso por terra. No momento, são dois os pontos de interdição total — Guaecá e Praia Preta —, e outros 10 com bloqueios parciais após deslizamentos de terra, entre eles, o trecho de Maresias.

A Mogi-Bertioga continua totalmente bloqueada e não tem previsão de liberação. A rota alternativa entre o litoral e São Paulo é a Rodovia dos Tamoios (SP-99), que já foi liberada.

Alguns moradores da costa sul de São Sebastião ficaram ilhados e aguardam a chegada de doações e atendimento médico. Em todo o estado, o total de desalojados é de 1.730 e de desabrigados, 766.

Participam das buscas bombeiros, agentes da Defesa Civil e os próprios moradores que foram afetados pelas chuvas . Diversas casas acabaram sendo arrastadas e levadas pela terra devido aos deslizamentos .

Veja aqui  como doar para as vítimas das chuvas no litoral norte de São Paulo .

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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