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Ministro diz que apagão foi erro técnico e país tem energia ‘de sobra’

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Arquivo: Rui Costa e Lula abraçados
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Arquivo: Rui Costa e Lula abraçados

O ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, justificou durante entrevista realizada nesta quarta-feira (16), que o apagão que afetou cerca de 29 milhões de residências em 26 estados brasileiros no dia anterior foi ocasionado por um “erro técnico, falha técnica”.

A situação criou um certo tipo de urgência por parte do governo em compreender as causas subjacentes do problema que pode estar relacionado à segurança energética nacional.

Nas declarações, Rui Costa enfatizou que o Brasil atualmente possui um excedente de energia, diferenciando o episódio recente de apagões passados vivenciados no país.

“Não há justificativa para esse apagão. Anteriormente, o Brasil enfrentou apagões durante períodos de crise na geração de energia, ou seja, quando os reservatórios de água estavam em níveis baixos. Isso resultava em uma disparidade entre demanda e oferta, levando ao colapso do sistema.”

O ministro afimrou que o momento atual do país é diferente: “Essa não é a situação atual. Temos um excedente de energia. Nossos reservatórios estão em capacidade máxima, e as usinas eólicas e solares estão gerando energia em abundância. Portanto, não há déficit nem em termos de oferta, nem de demanda.”

Ao tratar da causa do apagão, Rui Costa afirmou com determinação: “Foi um erro técnico, uma falha técnica. É essencial identificar a raiz do problema, e espero que possamos informar à sociedade o mais rapidamente possível.”

As declarações do ministro foram proferidas durante o programa “Bom Dia Ministro”, transmitido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), emissora estatal.

O governo está comprometido em investigar e elucidar as circunstâncias que levaram ao apagão, visando garantir a estabilidade e confiabilidade do sistema elétrico nacional.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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