Das novas acusações, a Justiça aceitou apenas a nova denúncia de fuga criminosa , até o momento. Ela foi feita pelo Ministério Público. Com isso, Cavalcante deverá prestar depoimento a um tribunal, devendo acontecer no próximo dia 27 de setembro, segundo informa a CNN Internacional.
Danilo Cavalcante foi transferido para um presídio de segurança máxima no condado de Montgomery, no norte do Estado. Ele deverá cumprir a pena completa de prisão perpétua no novo complexo penitenciário. Cavalcante foi transferido ainda na noite da última quarta-feira, logo após ser capturado.
Ainda que a pena de morte seja algo previsto em lei nos Estados Unidos, a modalidade não é aplicada na Pensilvânia há mais de 20 anos. As previsões são de que a pena de Cavalcante não sofra alterações.
O foragido foi preso na manhã desta quarta-feira, após ser farejado por cães da polícia do condado de Chester, no município de Pocopson Township. Ele estava uma pilha de madeiras.
O momento foi registrado com uma foto , que acabou sendo alvo de críticas na internet. Na coletiva de imprensa, o tenente-coronel George Bivens minimizou as críticas feitas aos seus agentes.
“Não me incomodou em nada. Aqueles homens e mulheres trabalharam muito duro dia e noite, em circunstâncias difíceis. Eles estão orgulhosos do trabalho que fizeram. Eu não me incomodei nem um pouco com a foto”, afirmou Bivens.
Danilo Cavalcante foi condenado a prisão perpétua por matar a ex-namorada Deborah, de 34 anos, a facadas. O caso aconteceu em abril de 2021, e a condenação veio no dia 22 de agosto. O crime aconteceu na cidade de Phoenixville, no estado da Pensilvânia. A promotoria afirmou que ele matou a ex-namorada na frente dos filhos, de 4 e 7 anos.
Segundo as investigações, Débora teria descoberto que Danilo era procurado pela polícia brasileira por ser o principal suspeito de matar um homem em Tocantins, em 2017. Ele teria fugido para Porto Rico e, mais tarde, seguiu para os Estados Unidos, local onde ficou ilegalmente.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.