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Ataques do 8/1: Moraes vota pela condenação de mais seis réus

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Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 04/10/2023

Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes

Nesta sexta-feira (6), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou pela condenação de mais seis réus pelos ataques aos prédios dos Três Poderes, em Brasília, no 8 de janeiro. Na ocasião, Moraes propôs punições que variam de 14 a 17 anos de prisão e o pagamento de uma multa de R$ 30 milhões por danos morais coletivos.

O julgamento desse novo conjunto de ações penais contra os réus pelos atos golpistas começou às 00h desta sexta e acontece em plenário virtual da Corte. A votação está prevista para terminar às 15h59 do dia 16 de outubro.

As denúncias foram feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e são analisadas pelo Supremo por meio de um formato de julgamento em que os ministros da Corte apresentam os votos em uma página eletrônica do STF. Os advogados podem apresentar pontos nas sustentações orais por áudio.

Até o momento, a Suprema Corte já analisou seis ações penais e, nessas, os réus foram condenados de 12 a 17 anos de prisão. Três delas foram julgadas em sessões presenciais e as outras três, em virtuais. Um novo julgamento virtual já está previsto para o próximo dia 13.

Os acusados respondem por cinco crimes, são eles: abolição violenta do Estado Democrático de Direito; golpe de Estado; associação criminosa armada; dano qualificado; e deterioração de patrimônio tombado.

Nesta sessão são julgados os réus: Reginaldo Carlos, Jorge Ferreira, Claudio Augusto Felippe, Jaqueline Freitas Gimenez, Marcelo Lopes do Carmo e Edinéia Paes da Silva Santos.

Fátima Aparecida Pleti seria o sétimo processo previsto para análise nesta rodada de julgamentos, mas o nome dela foi retirado de pauta e ainda não há data de retorno. Conforme as denúncias da PGR, ela participou dos atos antidemocráticos, mas a defesa alega que não.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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