As Forças de Segurança de Israel lançaram ataques contra o grupo terrorista do Hezbollah, localizado no Líbano. A ação foi anunciada nas redes sociais pelo governo israelense na noite de segunda-feira (16) e está relacionada ao recente conflito na região.
O grupo xiita libanês Hezbollah é considerado aliado do Hamas, e tensionou ainda mais a situação ao reivindicar ataques contra quatro regiões de Israel na última sexta-feira (13).
O Hezbollah afirmou que os ataques eram uma “resposta aos ataques israelenses realizados na tarde desta sexta nos arredores de algumas cidades do sul do Líbano.”
O conflito teve raízes em disputas político-religiosas entre várias facções, incluindo cristãos maronitas, muçulmanos sunitas e muçulmanos xiitas, que vivem no país. Um dos principais pontos de desacordo envolvia o apoio a Israel e à Palestina.
Foi nesse contexto que o Hezbollah emergiu como um grupo armado para confrontar as incursões israelenses no sul do Líbano e apoiar os palestinos que haviam buscado refúgio na região, fugindo dos conflitos com Israel.
A escalada atual de tensões na região está ligada às recentes ações e declarações do Hezbollah e às respostas de Israel.
Os confrontos entre grupos palestinos e Israel também contribuíram para a crescente instabilidade no Oriente Médio.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.