Connect with us

MATO GROSSO

Órgão Especial aprova movimentação na carreira de juízes e juízas de Comarcas do Estado

Publicado

em

Os concursos para a movimentação na carreira de juízes e juízas, inscritos para ocupar as comarcas no interior do Estado, foram aprovados durante a sessão extraordinária desta quinta-feira (26 de outubro) pelo Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso. As escolhas foram definidas mediante os critérios de merecimento e antiguidade.
 
O juiz Alexandre Sócrates da Silva Mendes, titular da 5ª Vara da Comarca de Alta Floresta, foi removido por antiguidade para a 1ª Vara da Comarca de Comarca de Alta Floresta.
 
O juiz Jacob Sauer, titular da Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Sinop, foi removido por antiguidade para a 6ª Vara da Comarca de Alta Floresta.
 
O juiz Daniel de Sousa Campos, titular da 1ª Vara da Comarca de Porto Alegre do Norte, foi removido por merecimento para a 1ª Vara da Comarca de Alto Araguaia.
 
A juíza Raíssa da Silva Santos Amaral, titular da Vara Única de Ribeirão Cascalheira, foi removida por antiguidade para a Vara Única da Comarca de Alto Taquari.
O juiz Alexandre Meinberg Ceroy, titular da 1ª Vara Cível de Água Boa, foi removido por antiguidade para a 3ª Vara Cível de Barra do Garças.
 
O juiz Bruno César Singulani França, titular da 1ª Vara de São José do Rio Claro, foi removido por antiguidade para a 1ª Vara da Comarca de Campo Novo dos Parecis.
 
A juíza Raísa Tavares Pessoa Nicolau, titular da Vara Única de Porto dos Gaúchos, foi removida por merecimento para a 1ª Vara da Comarca de Juara.
 
O juiz Luis Felipe Lara de Souza, titular da 2ª Vara da Comarca de São José do Rio Claro, foi removido por antiguidade para a 4ª Vara Cível da Comarca de Lucas do Rio Verde.
 
O juiz Fábio Petengill, titular da 1ª Vara da Comarca de Juína, foi removido por antiguidade para a 2ª Vara Criminal da Comarca de Lucas do Rio Verde.
 
O juiz Leonardo de Araújo Costa Tumiati, titular da 1ª Vara da Comarca de Pontes e Lacerda, foi removido por antiguidade para a 1ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Rhamice Ibrahim Ali Ahmad Abdallah, titular do 1º Juizado Especial da Comarca de Rondonópolis, foi removido por merecimento para a 1ª Vara Especializada de Família e Sucessões da Comarca de Rondonópolis.
 
O juiz Anderson Candiotto, titular da 5ª Vara Cível de Sorriso, foi removido por antiguidade para a 4ª Vara Cível da Comarca de Sorriso.
 
O juiz Maurício Alexandre Ribeiro, titular da 3ª Vara da Comarca de Colíder, foi removido por merecimento para a Vara Especializada dos Juizados Especiais da Comarca de Tangará da Serra.
 
O juiz Murilo Moura Mesquita, titular da 4ª Vara da Comarca de Primavera do Leste, foi removido por merecimento para o Núcleo de Afastamento e Substituição (NAS), Gabinete 9, por merecimento.
 
A juíza Sabrina Andrade Galdino Rodrigues, titular da 3ª Vara da Comarca de Mirassol D’Oeste, foi removida por merecimento para a 4ª Vara Criminal da Comarca de Rondonópolis.
 
Marcia Marafon
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
comunicacao.interna@tjmt.jus.br
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Continue Lendo

MATO GROSSO

Polícia Civil deflagra operação com alvo em ex-gerente de casa de acolhimento envolvido em desvios de benefícios

Publicado

em

Por

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quarta-feira (22.4), a Operação Broquel para cumprir ordens judiciais contra um esquema de desvio de benefícios de internos da Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda, da Prefeitura de Várzea Grande.

São cumpridos mandados de busca e apreensão domiciliar e de afastamento de sigilo de dados de aparelhos eletrônicos, expedidos pela Segunda Vara Criminal de Várzea Grande. A operação tem como alvo principal o ex-gerente da unidade, que ocupou o cargo até 2024 e é investigado por crimes de peculato majorado praticados de forma continuada.

As investigações, conduzidas pela Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor), apontam que o suspeito, valendo-se de sua função pública, da sua posição hierárquica sobre os acolhidos e da relação de confiança com eles construída, apropriou-se indevidamente de documentos pessoais, cartões bancários e benefícios assistenciais dos internos.

Saques e empréstimos

De acordo com os relatos colhidos, o ex-gerente realizava saques integrais dos benefícios e contraía empréstimos bancários não autorizados em nome das vítimas, pessoas em situação de extrema vulnerabilidade social e psicológica.

Algumas das vítimas, além de viverem ou terem vivido em situação de rua, são analfabetas, possuem dificuldade de comunicação, dependência química e alcoólica ou ainda enfermidades de natureza psiquiátrica, características que, em efeito sinérgico, potencializam a condição de vulnerabilidade.

Em um dos casos documentados, um empréstimo consignado de mais de R$ 16 mil foi formalizado em nome de um acolhido, com indícios de fraude na contratação.

Além dos desvios financeiros, há denúncias de que o investigado utilizava a mão de obra dos internos para trabalhos não remunerados em sua propriedade particular e utilizava métodos de intimidação e coação psicológica para manter o controle sobre os valores desviados.

Suspensão de função pública

Contra o principal investigado, também foi determinada a suspensão do exercício da função pública, sendo ele atualmente ocupante de outro cargo na Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, bem como o impedimento de nomeação ou contratação para outro cargo pelo Poder Público Municipal.

Foram determinadas outras medidas cautelares, como a proibição de o investigado manter contato com vítimas e testemunhas e a proibição de acesso a todos os prédios e às dependências da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande.

Casa de Acolhimento

A Casa de Acolhimento Rogina Marques de Arruda é um equipamento público de execução direta da Secretaria Municipal de Assistência Social de Várzea Grande, destinado ao acolhimento de homens adultos em situação de rua.

O regimento interno da unidade proíbe a retenção de documentos ou valores como condição para permanência no local, prevendo que a guarda de pertences deve ser feita com segurança e devolvida integralmente aos assistidos.

As investigações prosseguem com a análise de materiais apreendidos e a identificação de possíveis novas vítimas do esquema.

Nome da operação

A Operação Broquel (termo que remete a um escudo de proteção) visa não apenas punir os desvios de recursos públicos e particulares, mas também interromper o ciclo de abusos contra cidadãos em estado de extrema hipossuficiência social e jurídica.

Operação Pharus

A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora