Um terremoto de magnitude 7,6 atingiu a região de Mindanau, nas Filipinas, às 22h37 (horário local), neste sábado (2), de acordo com informações do Centro Geológico dos Estados Unidos. O evento sísmico ocorreu a uma profundidade de 32 km, desencadeando evacuações e alertas de tsunami.
O governo filipino ordenou a evacuação de duas províncias, Surigao do Sul e Davao, em resposta ao alerta de tsunami.
Prevê-se ondas de pelo menos um metro, com a possibilidade de atingir a costa sudoeste do Japão. Inicialmente, o Sistema de Alerta de Tsunami dos Estados Unidos emitiu um alerta para ondas de até três metros, mas essa previsão foi posteriormente descartada.
A Agência Filipina de Sismologia PHIVOLCS declarou que as ondas de tsunami podem atingir o país à meia-noite (horário local).
Em cidades costeiras próximas ao epicentro, como Hinatuan, a evacuação está em andamento. Raymark Gentallan, chefe da polícia local, informou que a energia foi cortada na cidade, afetando uma população de cerca de 44 mil habitantes.
Mindanau faz parte do chamado “Anel de Fogo” do Pacífico, uma região conhecida por sua alta atividade sísmica e vulcânica. Este cinturão, circundando o Oceano Pacífico, engloba países como EUA, Canadá, Rússia, Japão, Sudeste Asiático e Oceania.
O “Círculo de Fogo” é caracterizado por mais de 450 vulcões ativos e uma média de um terremoto a cada cinco minutos.
A alta atividade sísmica na região é atribuída ao encontro de diferentes placas tectônicas, tornando o “Círculo de Fogo” a área mais propensa a terremotos do mundo.
As autoridades locais continuam monitorando a situação e implementando medidas para proteger a população diante da ameaça de tsunami e eventuais réplicas sísmicas.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.