Connect with us

BRASIL

Essequibo: Maduro e presidente da Guiana terão novo encontro no Brasil

Publicado

em

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro e presidente da Guiana, Irfaan Ali
Montagem iG / Imagens: Fotos Públicas e Freddie Everett/ Public Domain

Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro e presidente da Guiana, Irfaan Ali

Após a reunião em San Vicente e Granadinas , os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali, concordaram em realizar o próximo encontro sobre o Essequibo, área disputada, no Brasil, em até três meses.

O encontro inicial ajudou a diminuir a tensão sobre o território de 130 mil metros quadrados, rico em recursos naturais. Embora não tenha resolvido completamente a discordância, ficou acordado que não haverá ameaças ou uso de força entre os países.

A divergência será tratada conforme o Acordo de Genebra de 1966, mas a Guiana se compromete com os alinhamentos da Corte Internacional de Justiça, enquanto a Venezuela não reconhece sua jurisdição na questão territorial.

Uma comissão conjunta de Ministros de Relações Exteriores de ambos os países será imediatamente estabelecida para abordar questões específicas, com atualizações em até três meses para Ali e Maduro.

Para evitar incidentes, foi acordado que em caso de controvérsias, os países comunicarão imediatamente ao Brasil, à Comunidade do Caribe (Caricom) e à Celac.

A reunião em San Vicente envolveu uma série de etapas, com mediação de Celso Amorim, conselheiro especial de Lula da Silva, e a presença de Ralph Gonsalves, primeiro-ministro local e presidente pró-tempore da Celac, além de Roosevelt Skerrit, presidente da Dominica e da Caricom.

Ali compareceu com um bracelete exibindo o mapa integral da Guiana, enfatizando a postura pacífica do país, enquanto Maduro expressou o compromisso com a paz na região.

O Brasil desempenha um papel essencial no conflito, sendo o único país que faz fronteira com ambos. O governo brasileiro enviou militares para Roraima e prevê o envio de blindados para possíveis operações na área, atuando contra a mineração ilegal, mas prontos para eventual escalada no conflito.

Fonte: Nacional

Continue Lendo

BRASIL

Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

Publicado

em

Por

Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

Continue Lendo
queiroz

Publicidade

Câmara de Vereadores de Porto Esperidião elege Mesa Diretora