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Belo Horizonte: Bombeiros retiram avião que caiu em cima de duas casas

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Avião que caiu sobre casas em BH é retirado pelos Bombeiros
Corpo de Bombeiros de Minas Gerais

Avião que caiu sobre casas em BH é retirado pelos Bombeiros

O Corpo de Bombeiros de Minas Gerais retirou, nesta segunda-feira (13), o avião monomotor que caiu sobre casas em Belo Horizonte.  O Acidente ocorreu no último sábado (11) e causou a morte de uma pessoa, o piloto da aeronave. 

De acordo com o corporação, todo o combustível que havia restado no avião foi retirado e, posteriormente, ele foi içado por um guindaste. A operação, que teve início às 16h30, contou com o apoio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), que desligou a energia do quarteirão onde estão as residências atingidas.


Os destroços da aeronave que foram retirados do local do acidente serão encaminhados para a realização de uma perícia técnica do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). 

A queda do avião causou a morte do piloto, identificado como José Luiz oliveira, de 65 anos. A sua filha, Jéssica Oliveira, de 33 anos, está internada em estado grave desde o dia do ocorrido.

Duas tentativas de pouso

Imagens mostram que o  piloto do avião monomotor que caiu em Belo Horizonte (MG), no bairro Jardim Montanhês tentou pousar a aeronave no Aeroporto Carlos Prates em pelo menos duas oportunidades antes do acidente.  Dino diz que governo prepara PL de regulamentação das redes sociais

Na primeira tentativa, José Luiz de Oliveira, 65 anos, chegou a ficar bem próximo de pousar na pista, mas não conseguiu diminuir a velocidade a ponto de parar e precisou arremeter. Esta tentativa aocnteceu às 14h32. 

Na segunda oportunidade, as imagens mostram que ele retornou cerca de um minuto depois ao aeroporte, desta vez no sentido aeroporto. Luiz novamente não consegue pousar, mas desta vez não tem sucesso em tentar levantar voo e atinge duas casas. 

Por sorte, o incidente não provocou explosão no momento da queda e logo após o acidente, foi acionado um especialista em aviação para poder entender o que levou a queda do monomotor.  Até agora, não há informações sobre o aeroporto de onde partiu o avião, nem mesmo sobre o destino.

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Fonte: IG Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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