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MATO GROSSO

Rede de proteção destaca interação dos alunos durante peça teatral

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O projeto Prevenção Começa na Escola, realizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, encerrou nesta sexta-feira (08), no município de Barra do Bugres, mais uma etapa da rodada de apresentações da peça Inocentes Pétalas Roubadas. A programação começou na segunda-feira (04) no município de Nova Ubiratã, passando também por Tapurah, São José do Rio Claro e Campo Novo do Parecis.

Com uma média de 500 alunos por apresentação, em todos os municípios as avaliações sobre o projeto superaram as expectativas. Segundo o coordenador do projeto, procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, além de levar informações aos alunos sobre temas sensíveis, o projeto visa fortalecer  a rede de proteção.

“Em todas as palestras temos contado com a participação de magistrados, delegados, policiais, conselheiros tutelares, representantes de Cras e Creas e demais integrantes da rede. O projeto vai ao encontro de uma das prioridades estabelecidas no Planejamento Estratégico Institucional que é justamente o fortalecimento da articulação em rede”, avaliou o procurador de Justiça.

Repercussão –  Em Nova Ubiratã, a professora Rosimeire da Silva disse ter ficado impressionada com a interação das crianças no decorrer da apresentação. “Observando as crianças, percebemos que elas gostaram muito e do jeito delas expressaram o quanto entenderam o que estava acontecendo. A peça aborda temas atuais e com certeza ajuda os professores a detectar alguns sintomas desses problemas”, comentou a professora.

A promotora de Justiça que atua no município de Nova Ubiratã, Carina Sfreto Dalmolin, parabenizou a Procuradoria de Justiça Especializada da Criança e do Adolescente pela iniciativa, destacando não ter dúvidas de que o objetivo da peça foi alcançado. “A peça tratou de temas sérios e relevantes de forma didática, possibilitando o entendimento das crianças. Os alunos interagiram bastante e demonstraram que entenderam a mensagem”, observou.

Em Tapurah, a avaliação do projeto também não foi diferente. “Uma oportunidade única para nossas crianças que são da faixa etária de seis a oito anos. Confesso que foi tocante até para mim, que sou adulta, imagina para as crianças. A peça trouxe agregação para o conhecimento deles e acendeu o pisca alerta para qualquer coisa que acontecer, pois já sabem que podem contar com a rede de apoio do Ministério Público”, destacou a conselheira tutelar de Tapurah, Joslaine Silva.

Momentos antes do início da apresentação em Tapurah, o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues falou sobre as expectativas. “Este projeto tem sido bastante elogiado pelos colegas e aqui no município não será diferente. Tenho certeza que as crianças vão adorar”, disse.

Em São José do Rio Claro, os promotores de Justiça Bruno Franco Silvestrini e Luiz Eduardo Martins Jacob Filho participaram da mobilização e organização da do evento. “Estamos aqui exercendo o nosso ministério, trazendo informações e cada vez mais próximo da sociedade para que ela conheça e confie no nosso mister”, afirmou.

Em Campo Novo do Parecis, os promotores de Justiça Luiz Augusto Ferres Schimith e Felipe Augusto Ribeiro de Oliveira também acompanharam a execução do projeto. “A apresentação atingiu o seu objetivo. Pela interação dos alunos, ficou claro que eles compreenderam a mensagem e entenderam o que é bullying e abuso sexual”, afirmou Schimith. “Sem dúvida alguma, a peça alcançou o objetivo almejado”, acrescentou Felipe Augusto Ribeiro de Oliveira.

O promotor de Justiça Aldo Kawamura Almeida também enalteceu a importância da iniciativa. “O evento foi um sucesso, reunimos várias crianças e adolescentes aqui em Barra do Bugres. A informação foi repassada de maneira didádica e acessível”, destacou.

Calendário – Na segunda-feira (11), o projeto Prevenção Começa na Escola estará em Alto Araguaia. Depois segue para Alto Garças, Pedra Preta, Rondonópolis e Poxoréu.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

Inteligência artificial e fake news marcam debate sobre eleições

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O avanço da inteligência artificial e os riscos da desinformação no contexto do ano eleitoral foram o foco da entrevista promovida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) na sexta-feira (17), no Espaço MP Por Elas, no Pantanal Shopping. Parte projeto Diálogos com a Sociedade, a entrevista reuniu promotores e servidores para discutir como o uso dessas tecnologias pode impactar o processo democrático e quais medidas vêm sendo adotadas para prevenir abusos e práticas ilegais durante o período eleitoral.Participaram do debate o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano, o coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (CAO), Mauro Poderoso de Souza, e o analista de inteligência cibernética do MPMT, Kembolle Amilkar de Oliveira.Durante a conversa, os convidados destacaram que a desinformação não se limita à mentira explícita, mas também inclui conteúdos verdadeiros divulgados fora de contexto, especialmente potencializados pelo uso indevido da inteligência artificial. “Fake news não é só a mentira descarada; é também a verdade fora de contexto. Nosso maior receio é não conseguirmos dar as respostas com a mesma velocidade que a mentira se espalha”, alertou o promotor de Justiça Mauro Poderoso.Do ponto de vista técnico, Kembolle Amilkar de Oliveira explicou como a tecnologia pode ser usada para manipular a percepção do eleitor e dificultar a identificação de conteúdos falsos. “Existe uma técnica chamada operação psicológica, que é uma manobra de persuasão em massa. Usando IA, é possível fazer manipulações em vídeos e áudios que influenciam a tomada de decisão do eleitor”, afirmou, ressaltando ainda a importância da educação digital da população para evitar a propagação de informações falsas.Ao tratar do papel institucional, o promotor de Justiça Daniel Carvalho Mariano destacou que a inteligência artificial também pode ser uma aliada da democracia, desde que utilizada de forma responsável e transparente. “A IA trouxe facilidades e pode igualar oportunidades, desde que haja a obrigatoriedade de informar que o conteúdo foi feito com IA”, pontuou. O promotor de Justiça anunciou ainda que o MPMT trabalha no lançamento de um compilado de ferramentas, acessíveis por QR Code e links encurtados, para que os cidadãos possam verificar a autenticidade de fatos, imagens e vídeos. Segundo Daniel Carvalho Mariano, internamente, a tecnologia já auxilia na extração de informações processuais e na transcrição de áudios e vídeos, permitindo mais tempo de dedicação ao atendimento à sociedade.Os entrevistados também chamaram atenção para as consequências legais da desinformação no período eleitoral. “O descumprimento das regras é crime eleitoral. A consequência é a cassação e a inelegibilidade do candidato, além de multas”, explicou Mauro Poderoso. Para Daniel Carvalho Mariano, a melhor prevenção ainda é a cautela do cidadão. “Se o conteúdo é bombástico e pede para repassar sem pensar, a orientação é parar, respirar e não compartilhar. Na imensa maioria das vezes, é mentira”, concluiu.Assista à entrevista na íntegra aqui.  Diálogos com a Sociedade – A entrevista marcou o encerramento da primeira temporada de 2026 do projeto Diálogos com a Sociedade. Neste ano, o Espaço MP Por Elas integrou a programação da temporada 2026 do projeto, ampliando o diálogo do Ministério Público com a população em um ambiente acessível e de grande circulação. As entrevistas seguem disponíveis no canal do Youtube do Ministério Público do Mato Grosso (MPMT), fortalecendo o acesso à informação e reafirmando o compromisso institucional com a promoção da cidadania.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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