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Datafolha: 63% são contra anistia aos responsáveis pelo 8 de janeiro

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Datafolha: 63% são contra anistia para responsáveis pelos atos golpistas de 8 de janeiro
Marcelo Camargo/Agência Brasil – 01.09.2023

Datafolha: 63% são contra anistia para responsáveis pelos atos golpistas de 8 de janeiro

Pesquisa Datafolha publicada nesta sexta-feira (29) aponta que 63% dos brasileiros são contra à concessão de anistia para os responsáveis pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro de 2023.

No episódio em questão, apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) invadiram e destruíram as sedes dos Três Poderes, em Brasília, numa reação à eleição do candidato rival, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT.

De acordo com o instituto, 31% dos participantes são a favor do perdão para réus e condenados pelo episódio. Outros 2% se disseram indiferentes, e 4% não opinaram.

Mais de mil pessoas foram detidas em decorrência das manifestações golpistas do dia 8 de janeiro. Delas, 145 foram condenadas a penas que vão de 3 a 17 anos de prisão.

Com isso, os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro passaram a defender que os envolvidos fossem poupados de punição. O próprio ex-mandatário defendeu a anistia, em ato na Avenida Paulista, em fevereiro.

Jair Bolsonaro é um dos alvos no inquérito do STF que averigua supostos incitadores e autores intelectuais dos atos golpistas de 8 de janeiro. O ex-mandatário passou a ser parte da investigação após ter compartilhado, dois dias após os atos, um vídeo com acusações sem provas ao STF e ao TSE. Posteriormente, ele afirmou à PF que a publicação foi feita por engano.

A pesquisa do Datafolha aponta que 40% dos eleitores que votaram em Bolsonaro no segundo turno apoiam a anistia, ante 25% daqueles que escolheram por Lula. De acordo com o instituto, 75% dos eleitores petistas e 53% dos bolsonaristas não concordam com o perdão.

Para 59% dos evangélicos – cuja maioria se alinhou ao bolsonarismo nas eleições de 2022 – a anistia não deve ser concedida. Outros 33% fiéis são a favor da concessão do perdão.

O Datafolha ouviu 2.002 pessoas, entre 19 e 20 de março, para aferir os dados. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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