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MUNDO

Palestinos começam a voltar a Khan Yunis após Israel retirar tropas

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Ataques israelenses deixaram destruição na Faixa de Gaza
Marwan Sawwaf/ Alef Multimedia/ Oxfam – 14/10/2023

Ataques israelenses deixaram destruição na Faixa de Gaza

Milhares de famílias palestinas começaram a voltar para Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, após a retirada das tropas israelenses da região.

A informação foi divulgada por fontes de Rafah, cidade mais meridional do enclave, na fronteira do Egito, e destino de centenas de milhares de deslocados internos durante o conflito, que completa seis meses neste domingo (7).

Segundo as Forças de Defesa de Israel (IDF), apenas uma brigada continuará na zona para garantir a segurança do corredor que atravessa a Faixa de Gaza ao longo da costa, impedindo que palestinos retornem para o norte do enclave.

Essa via é usada por organizações humanitárias para distribuir ajudas e permite a Israel conduzir ataques mirados.

Fontes militares citadas pela imprensa israelense falam em uma “nova estratégia” para a guerra e que o comando das IDF aguarda uma “decisão das lideranças políticas sobre uma possível ação militar em Rafah”, hipótese já condenada pela maior parte da comunidade internacional devido ao risco de agravar a crise humanitária em Gaza.

Além disso, o Exército não descarta voltar a Khan Yunis e garante que a decisão de se retirar do sul do enclave não se deve à pressão dos Estados Unidos por uma pausa no conflito.

A própria Casa Branca acredita que a medida servirá apenas para um “período de repouso” das tropas israelenses.

Já o premiê Benjamin Netanyahu, alvo de protestos no último sábado (6), disse neste domingo que Israel está “perto da vitória” e que uma “minoria extrema e violenta tenta dividir o país”.

O primeiro-ministro também reforçou que não haverá trégua enquanto o Hamas não libertar todos os reféns, embora o gabinete de guerra do país judeu tenha dado um “mandato significativo” para a equipe de negociadores que chega ao Cairo neste domingo.

Segundo a imprensa do Catar, que media as tratativas ao lado do Egito, trabalha-se para um cessar-fogo temporário no fim do Ramadã, o mês sagrado do Islã, a partir de 9 de abril.

A guerra foi deflagrada em 7 de outubro, após atentados terroristas do Hamas que deixaram 1,2 mil mortos em Israel.

Desde então, a resposta militar do país judeu já matou 33.175 pessoas na Faixa de Gaza, de acordo com as autoridades locais.

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Fonte: Internacional

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MUNDO

Putin confirma encontro com Xi Jinping na Rússia em outubro

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Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
Sputnik

Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho


O presidente da Rússia, Vladimir Putin,  confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.

O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.

De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.

Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.

“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.

O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.

A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.

Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.

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Fonte: Internacional

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queiroz

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