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MATO GROSSO

Gaeco de MT cumpre ordens judiciais em apoio à operação do Amapá

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), força-tarefa permanente constituída pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo, deflagrou nesta quarta-feira (17), a Operação Catifish, em apoio ao Gaeco do Ministério Público do Estado do Amapá. Dez mandados de prisão e busca e apreensão foram expedidos para cumprimento em Cuiabá.

Segundo o Gaeco, os alvos da operação são investigados por crimes de organização criminosa e estelionato . Os golpes financeiros eram aplicados de forma virtual por meio de aplicativos de mensagens. O grupo se passava por familiares ou amigos das vítimas e solicitava transferências emergenciais de valores, que eram distribuídos em diversas contas e, até mesmo, sacados em espécie.

No total, já foram cumpridos 04 mandados de prisão e 5 mandados de busca e apreensão. Foram apreendidos aparelhos e chips de celulares, um simulacro de arma de fogo, entorpecentes, dinheiro em espécie, cujo flagrante será realizado pela Delegacia de Estelionato. Os mandados judiciais foram expedidos pelo Juízo Criminal de Macapá, tendo em vista que o procedimento investigatório criminal foi instaurado em Macapá para apurar o fato praticado contra uma vítima, que transferiu os valores aos criminosos, acreditando estar repassando a familiares.

A operação contou com a participação de 70 agentes de segurança. As ações foram conduzidas pelos Gaecos de Mato Grosso e Amapá, Delegacia Especializada de Estelionato da Polícia Judiciária Civil de MT, Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam/MT) e Força Tática do Comando Regional 1.

O termo “Catfish” é utilizado no ambiente virtual e se refere à pessoa que cria perfis falsos para enganar suas vítimas em redes sociais.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil localiza e prende condenado por estupro de vulnerável em Pedra Preta

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A Polícia Civil cumpriu, nesta quarta-feira (22.4), em Pedra Preta, um mandado de prisão em desfavor de um homem, de 26 anos, condenado pelo crime de estupro de vulnerável. A ação integra a Operação Regional Rondonópolis Segura, voltada ao cumprimento de ordens judiciais e intensificação do combate à criminalidade na região.

A ordem judicial, cumprida pela Delegacia de Pedra Preta, refere-se à regressão de regime, com pena remanescente de sete anos a ser cumprida inicialmente em regime fechado, expedida pela Vara Única da Comarca de Pedra Preta.

O caso ocorreu em 2017, quando a mãe da vítima procurou a Polícia Civil para relatar abusos praticados contra sua filha, que à época tinha 12 anos, enquanto o autor tinha 18 anos.

De posse do mandado judicial, a equipe policial deu início a diligências investigativas com o objetivo de localizar e prender o condenado, que se encontrava foragido. Após levantamento de informações, ele foi localizado na região da Vila Garça Branca, distrito de Pedra Preta.

Ele foi preso e não ofereceu resistência. Em seguida, foi conduzido à sede da Delegacia de Pedra Preta, onde foi apresentado à autoridade policial para as providências legais cabíveis.

“A ação evidencia o empenho investigativo da Polícia Civil no cumprimento de ordens judiciais e na responsabilização de autores de crimes graves, reforçando o compromisso institucional com a proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade e a garantia da justiça”, destacou o delegado Fabricio Garcia Henriques.

Fonte: Governo MT – MT

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queiroz

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