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Governo irá criar autoridade federal no Rio Grande do Sul

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Governo irá criar autoridade federal no Rio Grande do Sul
Henrique Neri

Governo irá criar autoridade federal no Rio Grande do Sul

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, confirmou que o governo irá instalar uma autoridade federal no Rio Grande do Sul até o fim da situação de calamidade . O estado sofre enchentes desde o dia 29 de abril. As informações são do Blog da Andréia Sadi .

“O presidente anunciou que pretende colocar alguém para representar, pelo menos durante os primeiros meses, o governo federal”, disse em entrevista ao Estúdio i , da GloboNews , nesta terça-feira (14). Segundo o ministro, o nome da pessoa que assumirá o posto será anunciado nesta quarta (15) pelo presidente Lula (PT).

O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolf, é um dos candidatos para assumir esse papel. O diretor-presidente da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Edegar Pretto também é cotado para a função.

Wolff disse em entrevista, que a autoridade teria como exemplo a experiência o ocorrido durante os jogos olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. A Advocacia-Geral da União (AGU), ainda está desenvolvendo a estrutura, que pode ser o modelo de uma autoridade federal, ou mesmo uma secretaria extraordinária.

“Acredito que deve ser nos moldes do que aconteceu nas Olimpíadas. Tem uma grande equipe do governo federal que, de alguma forma, apoia o governo do estado nas grandes obras, construção da infraestrutura resiliente e que tenha recurso financeiro e pessoal adequado para que se façam essas obras no menor tempo possível”, diz Wolf.

O objetivo de uma autoridade do governo federal é de facilitar os trabalhos de reconstrução, representando o presidente durante esse processo. Até o momento da publicação desta matéria não há mais informações de como essa autoridade atuará.

O governo federal tem anunciado medidas para ajudar a situação do RS, além do socorro econômico ao estado e às famílias, entre elas está a suspensão da revisão cadastral de famílias que recebem o Bolsa Família no estado e a possibilidade de suspensão do pagamento de financiamentos de imóveis que usam recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) por até seis meses.

O governo feral também quer suspender o pagamento da dívida, que chega a R$ 11 bilhões, do estado com a União por 3 anos. Para a suspensão, é necessário que o projeto vire lei. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que irá colocar o texto do projeto em caráter de urgência para ser votado o quanto antes.

Até o momento, a tragédia deixou mais de 140 mortos e centenas de milhares desalojados. Quase 78 mil pessoas estão em abrigos improvisados.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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