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BRASIL

Acadêmicos da Asa Norte é campeã do carnaval do DF 2023

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A escola de samba Acadêmicos da Asa Norte foi a campeã do grupo especial nos desfiles do carnaval fora de época do Distrito Federal, que ocorreram na sexta-feira (23) e no sábado (24), na Passarela Marcelo Sena, no Eixo Cultural Ibero-americano.

A agremiação conquistou, no fim da tarde deste domingo (25), o primeiro lugar da competição com 268,40 pontos no julgamento de quesitos como bateria, samba-enredo, harmonia, evolução, fantasias, comissão de frente, mestre-sala e porta-bandeira. 

A Associação Recreativa e Cultural Águia Imperial de Ceilândia ficou em segundo lugar, com 267,20 pontos. E a tradicional Associação Recreativa Cultural Unidos do Cruzeiro (Aruc) ficou em terceiro lugar, com 267,10 pontos. A Vila Planalto e a Bola Preta ficaram na última e na penúltima posições do grupo especial, respectivamente. 

Presidente da Acadêmicos da Asa Norte há seis anos, o niteroiense Jansen de Mello, de 77 anos, comemorou a vitória e pediu ajuda para carregar o troféu, pois disse que o prêmio “pesa muito”. “A gente faz carnaval para ganhar. A gente faz a festa, mas faz mesmo para ganhar.”

Com a vitória de 2023, a Acadêmicos da Asa Norte conquistou o quarto título seguido da agremiação, que, agora, passa a ter oito campeonatos ao todo. Brincadeiras à parte, Jansen de Mello revelou o segredo que motivou a comunidade vermelho e branco durante os nove anos em que as escolas de samba não desfilaram no Distrito Federal. “A gente sempre fez eventos pequenos para não deixar o samba morrer”, declarou. 

A escola levou para a avenida o enredo campeão Mulheres pretas do Brasil. A agremiação contou a história de mulheres que se destacam na História do Brasil, além da mulher simples e trabalhadora. Os compositores do samba-enredo vencedor são Diego Nicolau, Juninho Sambista, Tem-Tem Jr, Marcus Lopes, Marcelinho Santos, Richard Valença, Valtinho Botafogo, Romeu Almeida, Yago Pontes, Issac Sousa e Junior Fionda.  

Rainha da bateria da Acadêmicos da Asa Norte desde 2019, Gilmara Santos, a Gil, exaltou a representatividade das mulheres negras. “Eu venho representando esse enredo maravilhoso falando de mulheres pretas. Eu, como uma mulher negra, sei da importância disso à frente desta bateria. É muita representatividade”, disse emocionada.

Segundo lugar e acesso

O presidente da Águia Imperial de Ceilândia, Gilmar Leite, conhecido como Pará, lamentou o vice-campeonato. “O título é sempre mais importante do que um segundo lugar. Nós trabalhamos com muita luta para gente chegar onde chegou. E a comunidade apoiou imensamente”. 

O presidente da Aruc, Rafael Fernandes, falou sobre o resultado final do júri e da decepção da escola cruzeirense. “Tem que olhar para frente. Não é o que a gente esperava, com certeza, mas a gente vai seguir trabalhando. É o que nos cabe. É a nossa responsabilidade”. 

A Unidos de Vicente Pires conquistou o título do grupo de acesso de Brasília e subirá, em 2024, para o grupo especial das escolas de Samba do Distrito Federal. A escola levou para avenida o enredo Nas águas sagradas desperta a Senhora da fertilidade do espelho de Oxum ao reflexo da força da mulher

Carnaval 2023

Ao todo, a Passarela Marcelo Sena, que homenageia o sambista vocalista da banda Coisa Nossa, morto em janeiro deste ano, recebeu 13 agremiações e shows neste fim de semana. 

Apesar do frio das últimas noites, o público e os carnavalescos marcaram presença na passarela e lotaram as arquibancadas instaladas pelo governo do Distrito Federal. 

O desfile foi viabilizado com investimento de R$ 7 milhões com recursos da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, mais R$ 5 milhões em editais e do Fundo de Apoio à Cultura (FAC). O secretário adjunto de Cultura e Economia Criativa, Carlo Alberto Júnior, destacou o trabalho de mais de dois anos para trazer o carnaval dos barracões de volta às ruas de Brasília após quase uma década.

“Foi a apoteose da concretização de vários sonhos. Desde 2019, estamos regularizando a parte burocrática das escolas [de samba], a documentação, elaboramos a Escola de Carnaval para aprenderem a fazer, desde a confecção de fantasias, o samba-enredo, preparação de baterias. Depois, houve a luta para conseguir os recursos financeiros até a gente chegar, na sexta feira, e ver o brilho nos olhos de cada integrante, de cada escola, e ver o pessoal vibrando”, declarou o secretário. Para 2024, o plano do órgão é realizar desfiles no aniversário de 64 anos de Brasília, em 21 de abril. “O céu será o limite. Vamos juntar o aniversário da cidade com o desfile”, prometeu. 

O curador da Escola de Carnaval no DF, carnavalesco Milton Cunha, foi o mestre de cerimônias das apresentações dos 13 desfiles do carnaval fora de época de Brasília, nos dois dias do evento. Acostumado a comentar os grandes carnavais do Rio de Janeiro e São Paulo, Cunha enalteceu o samba no pé e a participação e emoção do público “Achei o sambódromo daqui organizado e glamouroso. Em termos de espetáculo, as 13 comunidades entraram querendo se exibir, cantando seus sambas. Eles aproveitaram muito bem a possibilidade existir. Ali, eles viraram artistas, dançarinos, compositores, músicos, ritmistas, é uma maravilha. Então, eu acho que a organização esteve ótima e as comunidades estavam deslumbrantes. Foi uma super retomada. Um grande recomeço”, vibrou o carnavalesco.

Os desfiles das escolas de samba do grupo especial do DF foram transmitidos ao vivo pela TV Brasil. Os vídeos das transmissões estão disponíveis no site especializado O Carnavalesco, tanto o da sexta-feira, quanto o do sábado.
 

Fonte: EBC GERAL

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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