Parte da fuselagem do Alaska Airlines abriu durante voo
A Agência Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) afirmou que vai determinar a suspensão temporária dos voos e inspeções de alguns aviões 737 Max 9 da Boeing operado por companhias aéreas americanas.
A decisão vem um dia depois de uma aeronave recém-fabricada do tipo, operada pela Alaska Airways, perder parte da fuselagem pouco depois de decolar.
An Alaska Airlines flight was forced to return to Portland International Airport after a section of the fuselage suddenly blew out of the plane Friday evening with a big boom and a rush of air through a gaping hole. https://t.co/GxzCvAsNqDpic.twitter.com/WgAYEXqXTA
A decisão afeta cerca de 171 aviões em todo o mundo, segundo comunicado da FAA. A Alaska, segunda maior operadora mundial do modelo, com 65 aeronaves, já suspendeu a frota dos 737 Max 9 depois do incidente de sexta-feira (5), que ocorreu após a decolagem em Portland, no estado de Oregon.
A United Airlines, que é a principal operadora da aeronave, com 78 unidades, também retirou alguns dos jatos de serviço para inspeções.
Relembre o caso
Reprodução/redes sociais
Parte da fuselagem do Boeing 737-900 MAX da Alaska Airlines se soltou durante voo
O voo 1282 da Alaska Airlines transportava 171 passageiros e seis tripulantes de Portland, no estado de Oregon, para Ontário, na Califórnia, na sexta-feira (5), quando cerca de 20 minutos de viagem a tripulação relatou um problema de pressurização.
Parte da fuselagem explodiu abrindo um buraco semelhante à abertura de uma porta. O acidente ocorreu a uma altitude de cerca de 16.000 pés (ou 4,8 mil metros). O piloto precisou fazer um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Portland.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.