O museu do Louvre foi fechado este sábado (14) “por razões de segurança”. Horas depois, o palácio de Versalhes foi evacuado devido a uma ameaça de bomba. As evacuações acontecem depois que França decretou o estado de alerta de atentado, por causa de um ataque com faca numa escola secundária quando um professor foi ferido.
“Caros visitantes, por razões de segurança, o museu do Louvre fecha as suas portas no dia de hoje, sábado, 14 de outubro”, anunciaram os responsáveis do museu numa publicação na rede social X esta manhã.
“As pessoas que tenham comprado bilhetes para hoje serão reembolsadas. Agradecemos a compreensão”, acrescentou o museu.
“O Louvre recebeu uma mensagem escrita que indicava um risco para o museu e seus visitantes”, pelo que “optamos (…) por evacuá-lo e fechá-lo durante o dia, enquanto realizamos as verificações essenciais”, disse um porta-voz do museu à agência de notícias AFP.
Palácio de Versalhes evacuado
À tarde (no horário de Paris), o palácio de Versalhes foi evacuado devido a uma ameaça de bomba, segundo apurou a AFP junto a fontes policiais.
A ameaça chegou através de uma mensagem anônima. O palácio não irá reabrir este sábado.
Os episódios surgem um dia depois de um ataque numa escola secundária que vitimou um professor e deixou duas pessoas gravemente feridas. O agressor, de origem chechena, foi detido pela polícia e tinha um histórico de radicalização.
O ministro francês do Interior, Gerald Darmanin, considerou nessa sexta-feira (13) que o ataque está ligado à situação no Oriente Médio, onde Israel conduz uma ofensiva militar para erradicar os combatentes do Hamas após os ataques do último sábado (7).
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.