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Apagão em SP: governo pede que Aneel fiscalize concessões de energia

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Academia de ginástica na Vila Saúde ficou sem energia elétrica após apagão na última sexta-feira (3)
Rovena Rosa/Agência Brasil – 06/11/2023

Academia de ginástica na Vila Saúde ficou sem energia elétrica após apagão na última sexta-feira (3)

O Ministério de Minas e Energia determinou que a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) apure o atendimento previsto nos contratos de concessão das distribuidoras de energia envolvidas no apagão após as chuvas da última sexta-feira (3) no estado de São Paulo.

A pasta cobrou, em solicitação, a fiscalização para as devidas aplicações de multas, caso alguma cláusula tenha sido descumprida. De acordo com o ministério, o apagão em diversas regiões do estado foi agravado pela falta de políticas públicas preventivas para suportar grandes eventos naturais.

“As enchentes já são conhecidas em todo o estado, por sua falta de infraestrutura de drenagem, e, agora, a população está diante de um segundo problema, que demonstra a ausência de política pública adequada, com a grande quantidade de queda de árvores na rede elétrica”, afirmou a pasta.

O governo ainda disse que vai manter a atuação para investigar os responsáveis pelo apagão, que ainda deixa cerca de 107 mil clientes sem energia nesta quarta-feira (8). Deste número, 30.200 estão sem luz desde sexta-feira (3), quando a capital e a região metropolitana foram atingidas por fortes chuvas.

“O caos urbano encontrado até o momento tem dificultado a atuação das equipes, que enfrentam problemas de acesso a localidades afetadas”, afirmou.

Segundo o ministério, as privatizações que foram feitas no setor elétrico pelos governos anteriores foram promovidas de “maneira negligente”. “O que colhemos hoje é fruto de uma política irresponsável e equivocada com os brasileiros”, afirmou a pasta.

A Enel havia informado anteriormente que o prazo máximo para o restabelecimento de energia era até essa terça (7), mas a previsão foi descumprida e muitas famílias continuam sem energia elétrica ainda hoje.

A falta de luz impactou a capital paulista e outros 23 municípios da região metropolitana. Além do apagão, a tempestade de sexta deixou oito mortos em São Paulo.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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