Os dados foram enviados à Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de janeiro e divulgados nesta terça-feira (27). O balanço é o relatório mais detalhado feito pelo Planalto até o momento sobre os objetos danificados ou extraviados no dia dos ataques.
Segundo a Coordenação-Geral de Gestão Patrimonial da Presidência, 24 obras de arte foram danificadas e, desse número, 15 tiveram os valores estimados, chegando a R$ 3,5 milhões. Algumas obras, no entanto, não têm valor mensurado, como o relógio do século XVII que foi entregue pela Corte francesa como presente de Dom João VI.
Reprodução: redes sociais – 09/01/2023
O relógio de Balthazar Martinot foi um presente da Corte Francesa
Desse relógio, só existem duas versões produzidas pelo artista Balthazar Martinot, e a outra está no Palácio de Versailles, na França.
Outras peças que não tiveram valores avaliados foram o armário que era usado como base para o relógio, uma ânfora em porcelana e uma cadeira de jacarandá.
A coordenadora-geral Técnica da Diretoria Curatorial dos Palácios Presidenciais, Laisa Günther, afirmou, em nota técnica enviada à CPMI, que algumas obras não foram precificadas devido a algumas questões.
“Não apenas porque questões relativas ao simbólico são sensíveis a divergências de entendimento, mas também porque o valor estrito de obras artísticas é uma categoria fluida. Bens móveis podem depreciar ou não, podem valorizar ou não, conforme determinações individuais do Mercado de Arte, já que paradoxalmente ambas situações são possíveis”, escreveu no documento.
Além disso, o Planalto também gastou cerca de R$ 300 mil para recuperar áreas internas e externas, principalmente as vidraçarias destruídas na ocasião, que tiveram um custo total de R$ 204 mil.
A quantia total ainda foi dividida para conserto de elevadores (R$ 39 mil), divisórias especiais (R$ 15 mil) e reparos na parte elétrica (R$ 8,7 mil).
Conforme o relatório, 189 bens móveis foram depredados nos ataques, gerando um prejuízo de R$ 363 mil.
Além dos itens destruídos, também tiveram os furtados da Presidência — como armas de choque, algemas e aparelhos de saúde —, que somam 149, no total de R$ 142 mil.
Os dados foram enviados à comissão após um requerimento da senadora Augusta Brito (PT-CE), que pediu a especificação de todos os bens danificados para “permitir uma responsabilização mais fidedigna quanto à reparação dos danos ao patrimônio histórico-cultural vandalizado”.
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!