Instalação industrial na região de Poltava, na Ucrânia, foi atingida em bombardeio
Ataque russo a mísseis na região de Poltava, na Ucrânia, deixou três mortos durante a noite, sendo que uma quarta morreu em um bombardeio na manhã desta segunda-feira (28), informaram as autoridades ucranianas.
As três primeiras vítimas, de acordo com o ministro do Interior, Ihor Klymenko, eram trabalhadores de uma instalação industrial do local. Ainda, cinco pessoas ficaram feridas e uma outra está desaparecida, disse ele, segundo a agência de notícias Reuters .
A instalação seria uma fábrica de óleo vegetal no distrito de Myrhorod, conforme o chefe de gabinete presidencial, Andriy Yermak. Nas redes sociais, ele compartilhou fotos que mostram a fábrica em chamas.
“As pessoas trabalhavam no turno da noite”, informou Yermak no Telegram .
O governador da região de Kherson, Oleksandr Prokudin, disse que uma mulher foi morta após um bombardeio na vila de Sadove por volta das 10h40 de hoje, no horário local.
Militares da Ucrânia afirma que a Rússia teria lançado quatro mísseis do Mar Negro na última noite, sendo que dois foram abatidos. De acordo com as autoridades, a região de Kryvyi Rih, no centro da Ucrânia, também foi afetada pelo bombardeio.
Diversas casas foram atingidas, mas vítimas não foram relatadas no local.
A Rússia ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.