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Atos golpistas: STF já tornou réus quase 90% dos denunciados pelo 8/01

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Invasão do prédio do Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023
Jefferson Rudy/Agência Senado – 09.01.2023

Invasão do prédio do Congresso Nacional em 8 de janeiro de 2023

O Supremo Tribunal Federal (STF) analisou 1.245 das 1.390 denúncias apresentadas pela Procuradoria-Geral da República contra as pessoas presas em flagrante pelos atos antidemocráticos, registrados em Brasília, no 8 de janeiro. O número corresponde a 89,5% do total de ações e, até agora, todas as denúncias foram aceitas, o que tornou os suspeitos de participarem dos atos réus.

As próximas denúncias serão analisadas em plenário virtual.

A maior parte das pessoas que foram denunciadas pela PGR, isto é, 1.150, foram as presas no Quartel-General do Exército, acusadas de incitar as manifestações nos prédios dos Três Poderes, no dia 9 de janeiro. Desse total, 1.014 se tornaram réus. Elas foram denunciadas por incitação ao crime, além de associação criminosa.

Outras 239 foram presas em flagrante na Praça dos Três Poderes, denunciadas como executoras dos atos em si. Dessas, 231 já se tornaram rés. Elas responderão por associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado dano qualificado, e deterioração de patrimônio tombado.

Uma delas também foi denunciada por suposta omissão de agente público — o que ainda não foi analisado.

A denúncia significa apenas o começo da ação penal. Agora, as autoridades vão colher provas e depoimentos de testemunhas e, depois, será julgado se os réus serão absolvidos ou condenados.

Nos casos que já foram analisados, somente os ministros André Mendonça e Nunes Marques apresentaram divergências das opiniões dos demais magistrados. Ambos votaram para rejeitar as denúncias contra os suspeitos de incitação.

Já em relação aos denunciados por executar, Mendonça votou para receber as denúncias por completo, mas Nunes Marques defendeu receber apenas em três crimes.

O relator é o ministro Alexandre de Moraes.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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