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Agronegócio

BB é considerado o banco mais sustentável do mundo pela 5ª vez

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O Banco do Brasil foi considerado o banco mais sustentável do mundo pela consultoria Corporate Knights – uma empresa de mídia e pesquisa com sede em Toronto, Canadá, focada no avanço de uma economia sustentável no mundo.

Esta é a quinta vez que o Banco do Brasil, fundado em 1808, pelo então príncipe-regente Dom João de Bragança (que viria a ser o Rei Dom João VI de Portugal) ganha destaque no ranking da Knights. A avaliação da consultoria considerou aproximadamente 7 mil empresas de capital aberto com receitas superiores a US$ 1 bilhão. Esta é a quinta vez que o Banco do Brasil lidera a categoria entre os bancos e a primeira vez que alcança a .

O BB está na sexta posição na lista geral das 100 empresas mais sustentáveis por sua atuação no campo da sustentabilidade, gerindo uma carteira de R$ 338,2 bilhões em créditos com foco sustentável.

Esses recursos são direcionados a empréstimos e financiamentos que promovem impactos sociais e ambientais benéficos, incluindo projetos de energias renováveis, eficiência energética, produção sustentável de alimentos orgânicos, iniciativas de desenvolvimento local e regional,  desenvolvimento de novos produtos etc.

Este reconhecimento do Banco do Brasil reafirma a importância da sustentabilidade no setor bancário e financeiro, destacando o papel crucial das instituições financeiras na promoção de um desenvolvimento econômico que respeita o meio ambiente e contribui para uma sociedade mais justa e equilibrada.

Fonte: Pensar Agro

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Agronegócio

Atenção para a declaração de rebanho obrigatória

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A atualização cadastral dos rebanhos, obrigatória para produtores rurais em todo o país, ganha força neste ano com a abertura das primeiras janelas de declaração em diferentes estados. Embora o calendário varie conforme a unidade da Federação, a exigência já se consolidou como um dos principais instrumentos de controle sanitário da pecuária brasileira.

Em Goiás, a primeira etapa de 2026 ocorre entre 1º e 31 de maio, conforme cronograma da Agência Goiana de Defesa Agropecuária. O procedimento é obrigatório e exige que o produtor informe a situação atualizada dos animais na propriedade, incluindo nascimentos, mortes e movimentações.

A exigência, no entanto, não é isolada. Estados como Rio Grande do Sul já realizam a declaração entre abril e junho, enquanto Paraná segue calendário semelhante. No Centro-Oeste, modelos semestrais também são adotados, com etapas distribuídas ao longo do ano, como ocorre em Mato Grosso do Sul. Já em Mato Grosso e Rondônia, a atualização costuma ocorrer no fim do ano, concentrada entre novembro e dezembro.

Apesar das diferenças de prazo, a lógica é a mesma em todo o país: manter um banco de dados atualizado sobre o rebanho nacional, permitindo resposta rápida a eventuais surtos sanitários e maior controle da movimentação animal.

Na prática, o produtor deve declarar todas as espécies existentes na propriedade — de bovinos e suínos a aves, equinos, ovinos, caprinos, abelhas e animais aquáticos — garantindo que o cadastro reflita a realidade atual da produção.

A medida ganhou ainda mais importância com o avanço do Brasil no status sanitário internacional, especialmente após a retirada gradual da vacinação contra febre aftosa em diversas regiões. Com menor margem para erro, a rastreabilidade e o controle do rebanho passaram a ser considerados essenciais para a manutenção de mercados e abertura de novos destinos para a carne brasileira.

Além da sanidade, os dados também são utilizados para orientar políticas públicas e planejamento do setor. Informações atualizadas permitem dimensionar com precisão o tamanho do rebanho, direcionar campanhas de controle de doenças e apoiar decisões comerciais.

O descumprimento da obrigação pode gerar penalidades, incluindo multas e restrições operacionais. Na prática, o produtor fica impedido de emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA), documento indispensável para transporte e comercialização, o que pode travar a atividade dentro da porteira.

Com a digitalização dos sistemas, o processo tem migrado para plataformas online, o que amplia o acesso, mas também exige atenção redobrada do produtor quanto a prazos e regularidade cadastral.

Em um cenário de maior exigência sanitária e competitividade internacional, a declaração de rebanho deixou de ser apenas uma obrigação burocrática e passou a integrar a estratégia produtiva da pecuária brasileira — com impacto direto sobre a segurança do sistema e a capacidade de acesso a mercados.

Fonte: Pensar Agro

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queiroz

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