Joe Biden visitou Volodymyr Zelensky na Ucrânia em fevereiro deste ano.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, disse à imprensa nesta quarta-feira (28) que o presidente russo Vladimir Putin, está “perdendo a guerra no Iraque”. A confusão se deve ao fato de que a guerra em questão é na Ucrânia, que inclusive é apoiada pelos EUA.
As declarações foram dadas na Casa Branca, nesta manhã.
Quando perguntado se Putin estaria enfraquecido pela rebelião do grupo Wagner no fim de semana, Biden disse “eu sei que ele foi [afetado], mas é difícil dizer. Mas ele claramente está perdendo a guerra no Iraque. Está perdendo a guerra em casa e se tornou uma espécie de pária pelo mundo”.
O Grupo Wagner ameaçou invadir a capital russa e se dirigiu a Moscou na última sexta-feira (23), até que um acordo foi anunciado no dia seguinte, dia 24. De acordo com Putin, não foi necessário enviar os soldados que enfrentam as tropas ucranianas na guerra para conter a revolta.
Em um discurso feito por George W. Bush no ano passado em Dallas, no Texas, o ex-presidente fez a mesma ‘confusão’ de Biden ao se pronunciar sobre a guerra em território ucraniano.
Quando Biden ainda era senador, no ano de 2002, ele foi a favor do levante das forças dos EUA no Oriente Médio pelo então presidente Bush. Em 2003, iniciou-se a guerra no Iraque.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.