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MATO GROSSO

Bombeiros entregam novos computadores para unidades técnicas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) entregou, nesta quarta-feira (29), novos computadores para as Seções de Segurança Contra Incêndio e Pânico da instituição. Foram mais de 108 equipamentos entregues aos Comandos Regionais e diretoria de Segurança Contra Incêndio e Pânico, em solenidade realizada no auditório da Controladoria Geral do Estado, em Cuiabá.

O CBMMT, através da diretoria de Segurança Contra Incêndio e Pânico, tem realizado ações com o intuito de melhorar os serviços na área técnica, avançando no processo de digitalização de todos os serviços, viabilizando a entrega de resultados com maior eficiência e agilidade à sociedade que busca a regularização na área de segurança contra incêndio e pânico.

Dentre essas ações, uma delas é ofertar equipamentos dotados de tecnologia adequada às seções de Segurança Contra Incêndio e Pânico do CBMMT, para prestação de um serviço de qualidade frente à plataforma criada para digitalização de todos os serviços de segurança contra incêndio e pânico.

Nesse sentido, por meio de projeto junto ao escritório diretivo de projetos especiais da SESP-MT, foram adquiridos equipamentos de tecnologia básica e avançada para dar suporte aos Bombeiros Militares que atuam na área técnica no CBMMT.

“São mais de 108 equipamentos que hoje estão sendo distribuídos às Unidades Bombeiro Militar de Mato Grosso, um investimento de R$ 1,08MI. Esse investimento promove agilidade e desburocratiza os serviços técnicos ofertados à população mato-grossense”, destacou o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, coronel BM Alessandro Borges Ferreira.

Entre as autorides presentes estavam o coronel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa, comandante-geral Adjunto e chefe do Estado Maior Geral, Coronel BM Luciana Bragança Brandão da Silva, corregedora e diretora de Segurança Contra Incêndio e Pânico, coronel BM Paulo Correia Rodrigues, diretor de Administração Institucional, coronel BM Vivian Rizziolli Correa, diretora Operacional, coronel BM Marcelo Augusto Reveles Carvalho, diretor de Ensino, Instrução e Pesquisa, coronel BM Fabrício Gomes da Costa, comandante Regional Bombeiro Militar II, Lenice Silva dos Santos Barbosa, secretária Adjunta de Justiça, Renato Simoes, diretor Geral Adjunto da Politec, TC PM Valdilei Alencar Taques, chefe de Gabinete e representante do Secretário de Estado de Segurança Pública, TC PM Elton Aparecido Ventura Gonçalves, representante do comandante-geral da PMMT e demais autoridades civis e militares.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Escravidão e memória histórica são tema de webinar do MPMT

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Em diálogo com a agenda internacional de direitos humanos, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, nesta quarta-feira (22), um webinar dedicado à reflexão crítica sobre a escravidão e o tráfico transatlântico de pessoas escravizadas. A iniciativa destacou a centralidade da memória histórica como elemento fundamental na promoção da igualdade racial e na defesa dos direitos humanos.O webinar foi idealizado pela Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, em parceria com o Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf), Escola Institucional do MPMT. O objetivo foi fomentar o debate qualificado sobre os impactos históricos e contemporâneos da escravidão na sociedade brasileira.A palestra central foi ministrada pela escritora e imortal da Academia Brasileira de Letras Ana Maria Gonçalves, que apresentou uma abordagem acadêmica e reflexiva sobre os silêncios presentes nos registros oficiais da escravidão e seus desdobramentos na realidade social contemporânea.Segundo a autora, refletir sobre a escravidão exige compreendê-la como um processo cujos efeitos permanecem ativos no presente. “Quando a gente pensa na escravidão apenas como um episódio encerrado, perde a dimensão de como ela continua estruturando desigualdades e violências que atravessam o nosso tempo”, pontuou.Durante a exposição, Ana Maria Gonçalves apresentou conceitos desenvolvidos por pensadoras negras, como a fabulação crítica e a noção de rastro da escravidão. A partir dessas referências, destacou como a história oficial apagou trajetórias de pessoas negras e como a literatura e a pesquisa podem contribuir para a reconstrução dessas narrativas.Ao relatar o processo de criação do romance “Um defeito de cor”, a escritora explicou que a escassez de registros sobre mulheres negras escravizadas demanda um trabalho rigoroso de investigação e imaginação responsável. “Escrever essas histórias é uma forma de enfrentar a violência do arquivo e afirmar que essas vidas existiram, mesmo quando os documentos tentaram silenciá-las”, destacou.O procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira, titular Procuradoria de Justiça Especializada na Defesa da Cidadania, Consumidor, Direitos Humanos, Minorias, Segurança Alimentar e Estado Laico, atuou como debatedor do evento e ressaltou a importância do debate no âmbito do Ministério Público e o papel das instituições públicas na construção de uma sociedade comprometida com o enfrentamento do racismo.“A obra da professora Ana Maria Gonçalves não me ensinou apenas a não ser racista, mas, sobretudo, a ser antirracista, a partir da força da sua escrita e da história que ela escolheu narrar”, afirmou o procurador de Justiça José Antônio Borges Pereira.Reconhecimento – Considerado a principal obra de Ana Maria Gonçalves, o romance “Um defeito de cor” venceu o Prêmio Casa de las Américas, em 2007, e foi eleito o melhor livro da literatura brasileira do século 21 por júri da Folha de S.Paulo. A obra narra a trajetória de Kehinde, mulher negra sequestrada ainda criança no Reino do Daomé e trazida ao Brasil para ser escravizada na Ilha de Itaparica, na Bahia.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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