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Botafogo é derrotado pelo Juventude e pode perder a liderança do Brasileirão

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Botafogo é derrotado pelo Juventude e pode perder a liderança do Brasileirão
ESTADÃO CONTEÚDO

Botafogo é derrotado pelo Juventude e pode perder a liderança do Brasileirão

Em partida movimentada do início ao fim, o Botafogo foi surpreendido pelo Juventude e perdeu por 3 x 2, em partida que abriu os jogos deste domingo (11), pela 22ª rodada do Brasileirão. O time gaúcho jogou em casa, no Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS), e abriu 3 x 0 no placar. Os cariocas reagiram no segundo tempo, marcaram dois gols, mas não conseguiram evitar a derrota.

Com a derrota, o Botafogo permanece com 43 pontos na liderança, mas pode perder o posto para o Flamengo, que tem 40 e joga com o Palmeiras ainda neste domingo. Esta foi apenas a terceira derrota do time carioca como visitante, em que também soma seis vitórias e três empates. O Juventude voltou a vencer após cinco partidas e chegou a 25 pontos na zona intermediária da tabela. Como mandante, venceu após três jogos e agora soma seis vitórias, quatro empates e uma derrota. O time ainda tem uma partida atrasada, contra o Cuiabá

O primeiro tempo foi praticamente inteiro do Juventude. Logo aos oito minutos, o time gaúcho abriu o placar com Danilo Boza. Após cobrança de escanteio, Zé Marcos cabeceia, mas Allan evita o gol em cima da linha. Boza, entretanto, acompanhou a jogada e empurrou a bola para o gol de peito.

O Botafogo quase empatou em chute de Mateo Ponte. A bola passou do goleiro, mas Zé Marcos salvou o Juventude. Depois, foi a vez do goleiro do time carioca trabalhar. Erick Farias fez linda jogada na esquerda, invadiu a área e finalizou no canto para grande defesa de John. Nos acréscimos, aos 48, o Juventude ainda ampliou. Nenê iniciou a jogada com grande passe para a direita. Na sequência, Marcelinho foi acionado e cruzou com perfeição para Carrillo, que subiu alto para cabecear e fazer 2 x 0.

Na volta para o segundo tempo, o Juventude seguiu mais ligado e fez 3 x 0 aos dois minutos. Em rápido contra-ataque, Marcelinho disparou pela direita e inverteu o jogo com Nenê. Livre, o experiente jogador devolveu o passe dentro da área e Marcelinho completou de carrinho. A diferença poderia ter aumentado em chute colocado de Nenê, que acertou o travessão.

Depois disso, porém, o Botafogo se reorganizou, principalmente com as mudanças, e começou a reagir. Aos 23, Savarino fez boa jogada na direita e cruzou na segunda trave. Cuiabano cabeceou alto e a bola acabou encobrindo Mateus Claus.

Em outra boa jogada, Cuiabano cruzou para a pequena área, mas Carlos Alberto isolou por cima. Aos 35, o Botafogo ganhou fôlego ao marcar o segundo. Após escanteio, a bola ficou viva na entrada da área, pela esquerda, e Marçal acertou belo chute cruzado para marcar. Com isso, o Botafogo foi para o abafa, enquanto o Juventude passou a segurar a pressão da forma como era possível. Bem postado e concentrado, o time gaúcho conseguiu confirmar a vitória.

JUVENTUDE 3 X 2 BOTAFOGO

JUVENTUDE – Mateus Claus; Ewerthon, Danilo Boza, Zé Marcos e Lucas Freitas (Gabriel Inocêncio); Jadson, Davi Góes (Yan Souto) e Nenê (Gabriel Taliari); Marcelinho (Edson Carioca), Carrillo (Diego Gonçalves) e Erick. Técnico: Jair Ventura.

BOTAFOGO – John; Mateo Ponte, Lucas Halter, Alexander Barboza (Marçal) e Cuiabano; Danilo Barbosa (Marlon Freitas), Allan (Gregore), Óscar Romero (Savarino) e Almada; Matheus Martins (Igor Jesus) e Carlos Alberto. Técnico: Arthur Jorge.

GOLS – Danilo Boza, aos oito, e Carrillo, aos 48 minutos do primeiro tempo; Marcelinho, aos dois, Cuiabano, aos 23, e Marçal aos 35 do segundo. CARTÕES AMARELOS – Mateus Claus, Davi Góes e Erick (Juventude); Lucas Halter, Alexander Barboza, Marçal, Marlon Freitas e Óscar Romero (Botafogo). ÁRBITRO – Flávio Rodrigues De Souza (SP). RENDA – R$ 75.380,00. PÚBLICO – 5.288 torcedores. LOCAL – Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul (RS).

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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