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Brasil contraria EUA e não considera Hamas grupo terrorista; entenda

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Hamas é um grupo composto por palestinos e controla a Faixa de Gaza
Chetanya Robinson/Flickr

Hamas é um grupo composto por palestinos e controla a Faixa de Gaza

Grupo radical que detém poder na Faixa de Gaza e atua tanto como organização social quanto facção armada, o Hamas , fundado em 1988, é visto por boa parte do Ocidente como uma organização terrorista. Para o Brasil, no entanto, a posição oficial não é essa.

E isso não tem qualquer relação direta com o atual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) . Historicamente, o País segue a determinação da Organização das Nações Unidas (ONU), considerando organizações terroristas apenas os listados como tal pela ONU. Os grupos islamistas que se enquadram são o Boko Haram, a Al-Qaeda e o Estado Islâmico.

Para o Brasil, portanto, o Hamas não é oficialmente visto como grupo terrorista.

Após os ataques a Israel no sábado (7) , porém, o próprio Lula se referiu a ofensiva como “ataque terrorista”. A oposição tem usado a posição “neutra” para associar o atual chefe do Executivo e o PT à Palestina e ao Hamas, mas a verdade é que, oficialmente, a posição brasileira continua a mesma de sempre, apesar de o País ter tido aproximação maior com Israel nos últimos anos, pela proximidade entre Jair Bolsonaro e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu .

No conflito entre Israel e Palestina, a posição histórica do Brasil é de defender uma solução de dois Estados, o israelense e o palestino.

Quem considera o Hamas terrorista e quem não?

Entre os principais países que não seguem a determinação da ONU e veem o Hamas como terrorista estão Estados Unidos , Canadá, Austrália, Japão e alguns países membros da União Europeia.

Por outro lado, acompanhando o Brasil e a posição da ONU estão outras potências, como Rússia, China, Suíça e Noruega. Esses países evocam o princípio da neutralidade e mantêm contatos com o grupo, atuando como mediadores no conflito. No grupo que têm os EUA, a posição é de apoio a Israel.

Os interesses para avaliar se uma organização é terrorista ou não são variados, e cada país pode, ou não, seguir o que é determinado pela ONU.

O que defende o Hamas

Desde sua carta fundadora, em 1988, o Hamas não reconhece a existência de Israel e exige a destruição do estado judeu. A principal bandeira do grupo, terrorista para um e não para outros, é o estabelecimento de um Estado Muçulmano em todas as terras habitadas por palestinos, e o território hoje ocupado por Israel.

O Hamas é muçulmano sunita e controla a Faixa de Gaza, atuando inclusive na direção de escolas, orfanatos, restaurantes populares e clubes esportivos da região, que é predominantemente pobre e fica ao sul do território hoje ocupado por Israel.

Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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queiroz

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