Violência aparece como principal preocupação do brasileiro, segundo Datafolha
Nova pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (15) mostra que a maioria dos brasileiros se diz triste, desanimada, insegura, com medo e desesperançosa. Além disso, a violência aparece como a principal preocupação dos entrevistados, ao lado do índice da saúde.
Segundo os dados, apenas uma em cada seis pessoas registrou uma resposta em que o sentimento positivo ultrapassou o negativo. Conforme o instituto, 50% dos ouvidos disseram estar mais tranquilos em relação à situação do Brasil, enquanto 45% afirmaram sentir raiva.
O Datafolha indica que o brasileiro está menos negativo agora, durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), do que uma semana antes das eleições que elegeram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em 2018, no fim do governo de Michel Temer (MDB), por exemplo.
No entanto, os resultados de agora não se mostram muito diferentes quando comparados à última pesquisa feita durante a gestão de Bolsonaro, em maio de 2022, quando o mundo ainda sofria os impactos severos da pandemia de Covid-19. À época, segundo o instituto, os sentimentos da população oscilaram dentro da margem de erro (de dois pontos percentuais).
No ano passado, 52% dos brasileiros se diziam tranquilos — em 2018, o índice era de 27% —, 42% diziam ter raiva — número que era de 68% às vésperas das eleições que elegeram Bolsonaro.
Hoje, conforme o levantamento, 36% se dizem felizes, enquanto 61% afirmam estar tristes com o país. Em 2018 o cenário era pior, marcando 18% e 79%, respectivamente. Os números desta sexta, no entanto, são semelhantes aos de 2020, quando era de 34% e 63%.
Além disso, hoje, 55% dos entrevistados dizem ter mais medo do que esperança — percentual que saltou de 46% em 2020, mas ainda menor do que o de 2018, quando era de 59%.
O total dos que consideram o contrário (mais esperança do que medo) é de 44%, ante 40% em 2020 e 53% em 2022.
Os que dizem ter medo do futuro são 61% — ante 57% na rodada anterior e 62% em 2018 –, e os que dizem ter confiança no futuro pensando no Brasil são 38% — em comparação com 41% em 2020 e 36% em 2018.
Atualmente, 61% se dizem desanimados e 38% animados e o tema de maior insatisfação é a segurança. Hoje, se dizem inseguros 71% dos entrevistados — ante 69% em 2020 e 88% em 2018. Já os que se sentem seguros são 29%, em comparação com 30% há três anos e 11%, há cinco.
Ainda, 17% fizeram menção espontânea à violência como o maior problema do país — índice que era de 6% em 2022. Isso faz com que o quesito empate com a saúde pública no topo da lista de problemas apontados pelos entrevistados. Na rodada anterior, a saúde marcava 21%.
Depois disso, na lista, aparecem como problema: educação (11%), desemprego (9%), economia (8%), corrupção (6%) e miséria (6%).
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!