Casa de Chá projetada por Niemeyer é reaberta na Praça dos Três Poderes
Na tarde dessa quarta-feira (26), a clássica Casa de Chá, projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi reinaugurada na Praça dos Três Poderes. O local, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), agora abriga uma cafeteria-escola, resultado de um convênio firmado entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial do Distrito Federal (Senac-DF).
A cerimônia de reabertura contou com a presença do governador Ibaneis Rocha, que parabenizou o Senac-DF pela entrega pontual do projeto. “Quando eu estive aqui na assinatura do nosso convênio de parceria, eu duvidei que a casa seria entregue em 70 dias e coloquei isso para o meu amigo José Aparecido, mas graças a Deus e ao compromisso do Sistema S, estamos fazendo essa entrega a tempo”, destacou o governador, elogiando também o trabalho da Secretaria de Turismo do DF.
Ibaneis Rocha (Rayra Paiva)
O presidente do Senac-DF, Vitor Corrêa, detalhou o funcionamento do Café-escola Senac Casa de Chá, e explicou que o cardápio foi criado pelo chef Gil Guimarães. O espaço, com capacidade para cerca de 45 pessoas, permitirá reservas e filas de espera. José Aparecido Freire, presidente do Sistema Fecomércio-DF e do Conselho Regional do Senac-DF, enfatizou a importância histórica da Casa de Chá para Brasília e seu papel como ponto turístico, além de informar que o local terá preços acessíveis. “Esse espaço maravilhoso faz parte de nossa trajetória”, frisou José Aparecido.
O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, elucidou a parceria entre o GDF e o Senac, destacando a relevância do espaço para o turismo da capital. “Na semana que celebramos um aumento de 30% no fluxo do turismo do DF, marcamos a história da reativação da Casa de Chá, então hoje é um dia histórico, um dia de alegria pro turismo de Brasília”, exaltou Araújo.
A cerimônia contou ainda com a presença do empresário Paulo Octávio, que celebrou a revitalização do local. “Esse espaço ficou fechado por muitos anos, e sua reabertura é um privilégio por ser uma obra de Niemeyer, e um local no coração de Brasília, ao lado do STF, do Palácio do Planalto. É muito importante resgatar os monumentos de Brasília, e mostrar a beleza dessa cidade, por isso que estou feliz e fiz questão de vir à inauguração da Casa de Chá, parabenizando o governo de Brasília e a Fecomércio por essa iniciativa”, destacou Paulo Octávio.
Cristiano Araújo e Paulo Octávio (Rayra Paiva)
Além disso, autoridades como José Roberto Tadros, presidente da CNC, Alexandre Pantury, secretário de Segurança em exercício, Paco Brito, secretário de Relações Internacionais do DF, os deputados distritais Chico Vigilante (PT) e Hermeto (MDB), além de Lu Alckmin, esposa do vice-presidente Geraldo Alckmin, também marcaram presença na reabertura do espaço.
Com um horário de funcionamento de quarta a domingo, das 10h às 19h, a expectativa é que a Casa de Chá atraia turistas nacionais e internacionais, além de se tornar um ponto de encontro para os brasilienses.
História
Concebida entre 1965 e 1966 pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, a Casa de Chá foi planejada como um ponto de encontro e descanso na Praça dos Três Poderes. Sua arquitetura é semi enterrada e com janelas ao longo de toda a extensão, proporciona uma visão livre do horizonte.
Confira os cliques do evento pelas lentes de Rayra Paiva:
José Aparecido Freire, Lu Alckmin e Rose Rainha
Paula Santana, Rose Rainha e Bia Guimarães
Mona Lisa, Rosana Rodrigues e Jane Godoy
Cosete Ramos e Maria Auxiliadora Montandon
Cristiano Araújo e Cosete Ramos
Itelvino Pisoni, Paulo Octavio, Jose Aparecido, Lu Alkcimin, Jose Roberto Tadrus, Roberto Tadrus Jr e Aderson dos Santos Frota
Fernando Ribeiro, Claudio Abrantes, José Aparecido Freire, José Roberto Tadro e Paco Britto
Fábio de Carvalho, Itelvino Pisoni, Paulo Octávio, Roberval Belinati, José Aparecido Freire, Lu Alkcimin, Jose Roberto Tadrus, Roberto Tadrus Jr, Cristian
Ana Paula Habka, Paco Britto e Célia Lima Negrão
Vitor Correa
Ibaneis Rocha
Cristiano Araújo, Marcelo Vaz, Roberval Belenati e Hermeto
José Aparecido Freire
Lu Alckmin
Roberto Tadro Jr, Itelvino Pisoni e Aderson Frota
Leandro Grass
José Aparecido Freire e Vitor Correa
José Aparecido Freire
Cristiano Araújo
Carlos Aguiar, Perseu Iuata e Ana Paula Habka
Bartolomeu Gonçalves, Gilson Barbosa, Cristiane Carvalho, Erivan Araujo, Katia Jorge, Berbadete Martins, Joaquim Loiola, Antônio Paiva e Carlos Aguiar
Augusta Nardes, Leandro Grass, Daniel Coelho e Chico Vigilante
Ibaneis Rocha
José Roberto Tadro
Ibaneis Rocha
Ibaneis Rocha
José Aparecido Freire, José Roberto Tadro, Ibaneis Rocha, Cristiano Araújo e Vitor Correa
Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.
Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.
E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.
Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.
Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.
Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.
No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.
O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.
2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!