Madeleine McCann está desaparecida desde maio de 2007, quando sumiu do quarto do hotel onde estava hospedada com a família, em Portugal
Publicações em redes sociais contra o ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro causaram o adiamento de um julgamento do principal suspeito pelo desaparecimento da menina Madeleine McCann, há 17 anos, e levaram à remoção de uma juíza leiga do processo.
A defesa de Christian Brückner pediu a remoção da jurada por considerar que opiniões dadas por ela em redes sociais comprometeriam sua imparcialidade.
As publicações em questão foram feitas no X (antigo Twitter), em 2019, dirigidas ao então presidente brasileiro: “Matem esse demônio, ele destrói tudo, tem que ser morto’.
Os advogados argumentaram que a julgadora demonstrou opiniões incompatíveis com a Lei Fundamental da Alemanha, e o tribunal concordou, decidindo pela substituição.
Brückner responde por três acusações de estupro e duas de abuso sexual infantil, entre 2000 e 2017.
Ele não foi formalmente acusado no caso Maddie, mas a investigação levou aos outros crimes que ele teria cometido.
A audiência será retomada na próxima sexta (23), e a expectativa é de um veredito em 27 de junho.
Brückner já cumpre uma pena de sete anos de prisão pelo estupro, em 2005, de uma americana então com 72 anos na Praia da Luz, mesmo local de desaparecimento de Maddie.
Era 3 de maio de 2007 quando a pequena Madeleine McCann desapareceu de um apartamento em Portugal, dando início a um dos casos policiais mais conhecidos do século 21.
O destino da menina britânica continua sendo um mistério, apesar da onda de comoção que tomou conta do mundo.
A polícia acredita que ela esteja morta, mas o corpo jamais foi encontrado. Os próprios pais chegaram a ser suspeitos do caso.
Foto da agência russa Sputnik mostra o presidente russo Vladimir Putin e o homólogo chinês Xi Jinping em Astana, em 3 de julho
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, confirmou nesta quinta-feira (12) que receberá seu homólogo chinês, Xi Jinping, em Kazan, no próximo mês de outubro, por ocasião da cúpula dos Brics.
O anúncio foi feito pelo mandatário russo durante encontro com o ministro das Relações Exteriores de Pequin, Wang Yi, em São Petersburgo, segundo a agência Interfax.
De acordo com Putin, as relações entre a China e a Rússia continuam a desenvolver-se “com muito sucesso em todas as direções”, incluindo a “coordenação no cenário internacional”.
Em imagens divulgadas pela mídia russa, Wang destacou que “o presidente Xi está muito feliz em aceitar o convite”.
“Nessa ocasião os dois chefes de Estado terão novas discussões estratégicas”, acrescentou o chanceler, destacando que ambos os líderes “estabeleceram uma confiança mútua sólida e uma amizade profunda”.
O ministro chinês chegou a São Petersburgo para participar da cúpula de altos funcionários e conselheiros de segurança nacional do bloco Brics. Sua visita também foi vista como uma oportunidade para lançar as bases do encontro presencial entre os líderes dos dois países.
A reunião dos Brics está marcada para acontecer entre 22 e 24 de outubro, na cidade russa de Kazan, e será o terceiro encontro presencial de 2024 entre Xi e Putin, poucas semanas antes das eleições presidenciais dos Estados Unidos, em novembro.
Formado inicialmente por Brasil, China, Índia e Rússia em 2009, o bloco foi ampliado com a adesão da África do Sul em 2010 e este ano incluiu vários outros países emergentes, como Egito e Irã. No início de setembro, a Turquia também apresentou um pedido de adesão ao bloco.