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Cassação de Moro começa a ser julgada nesta segunda; veja como será

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Senador Sergio Moro (União Brasil)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Sergio Moro (União Brasil)

As duas Ações de Investigação Judicial Eleitoral (AIJEs) que pedem a cassação do senador Sergio Moro (União Brasil-PR) serão julgadas nesta segunda-feira (1º) pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR), a partir das 14h, em Curitiba.

A data exata da conclusão do julgamento, no entanto, dependerá da velocidade dos votos da corte, podendo se estender até o dia 8 de abril.

Moro responde por abuso de poder econômico na pré-campanha eleitoral de 2022, e as duas ações serão analisadas em conjunto. O julgamento será transmitido ao vivo pelo canal do TRE-PR no YouTube. Moro nega as acusações.

Após ganhar projeção nacional como juiz responsável pelos processos da operação Lava Jato, Moro foi escolhido por Jair Bolsonaro (PL) para se tornar ministro da Justiça de seu governo. Ele tomou posse em janeiro de 2019, mas deixou o cargo em abril de 2020, após interferências do então presidente no comando da Polícia Federal.

Os processos contra o senador foram movidos pelo Partido Liberal (PL) – de Bolsonaro – e pela Federação Brasil da Esperança (PT/PCdoB/PV) em novembro de 2022. Em dezembro de 2023, a Procuradoria Regional Eleitoral emitiu um parecer favorável à cassação do seu mandato.

O que está em julgamento?

Moro se filiou ao Podemos em 2021 para concorrer à presidência da República. Os partidos alegam no processo contra ele que em 2022, porém, Sergio Moro desistiu da campanha presidencial e abandonou o partido, filiando-se ao União Brasil para concorrer a uma vaga no Senado. Dessa maneira, os gastos teriam ultrapassado os valores permitidos, tornando-se “desproporcionais”.

Uma das ações acusa o senador de “desequilíbrio eleitoral causado pela irregular pré-campanha”, afirmando que houve atividade irregular “desde o momento da filiação partidária de Moro com lançamento de pré-candidatura ao cargo de presidente” até o resultado que terminou elegendo-o senador da República pelo União Brasil.

A outra ação afirma que há indícios de que Sergio Moro utilizou de recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Campanha, além de outras movimentações financeiras suspeitas, para construção e projeção da própria imagem enquanto pré-candidato a cargo eletivo no pleito de 2022.

Também foram apontados indícios de corrupção na contratação do escritório do advogado Luís Felipe Cunha (União Brasil-PR) – primeiro suplente de Moro –, que também integra o pedido de inelegibilidade na manifestação do Ministério Público.

Como será o julgamento?

O TRE disponibilizou 70 lugares para o público que quiser acompanhar a sessão presencialmente, mediante cadastro prévio. A equipe de Moro não se manifestou e nem confirmou se ele participará ou não do julgamento nesta segunda. A sessão, contudo, poderá ser acompanhada pelo YouTube.

Sete membros da corte participarão do julgamento. São eles:

  • Desembargador Sigurd Roberto Bengtsson – presidente;
  • Desembargador Luciano Carrasco Falavinha Souza – relator;
  • Desembargadora Claudia Cristina Cristofani – juíza federal efetiva;
  • Doutor Anderson Ricardo Fogaça – juiz de Direito efetivo;
  • Doutor Guilherme Frederico Hernandes Denz – juiz de Direito efetivo;
  • Doutor Julio Jacob Junior – classe de advogado efetivo;
  • Doutor José Rodrigo Sade – classe de advogado efetivo.

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Fonte: Nacional

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Rui Denardin: O que esperar do mercado automotivo em 2025?

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Por Rui Denardin – Grupo Mônaco: À medida que nos aproximamos do final do ano é natural começarmos a refletir sobre as projeções para 2025. No mercado automotivo não seria diferente. Grandes expectativas já surgem, especialmente diante dos resultados positivos de 2024, marcados pelo aumento das vendas e pela recuperação total do setor no cenário pós-pandemia.

Analisando os fatores que impactam esse mercado, 2025 promete ser um ano dinâmico, repleto de avanços tecnológicos e alinhado às novas demandas do consumidor. Conforme nos preparamos para esse futuro promissor, algumas tendências-chave já estão moldando o setor, e, como um player estratégico, precisamos estar atentos para liderar e inovar.

E uma dessas principais tendências que seguirá em alta é a busca por veículos sustentáveis. A eletrificação continuará sendo o principal motor de mudança, com uma previsão de aumento significativo na participação dos veículos elétricos, não apenas no Brasil, mas em mercados globais.

Isso ocorre devido à redução nos custos de produção de baterias e ao avanço da infraestrutura de carregamento. No Brasil, o crescimento do segmento tem sido impulsionado por incentivos fiscais e subsídios que tornam as soluções híbridas e elétricas mais acessíveis ao consumidor.

Além disso, a busca por sustentabilidade permeia todos os aspectos da vida moderna, inclusive a mobilidade urbana. A produção de veículos elétricos tornou-se mais limpa, com o uso de materiais recicláveis, consolidando a responsabilidade ambiental como um diferencial competitivo.

Apesar das transformações tecnológicas, uma coisa não mudará em 2025: o foco na experiência do cliente. As empresas que conseguem oferecer atendimento excepcional, simplificar processos e garantir um suporte eficiente sairão na frente, conquistando a fidelidade de seus consumidores.

No Grupo Mônaco, valorizamos essa conexão desde a nossa fundação, na década de 1970. Meu pai, Armindo Denardin, ao inaugurar nossa primeira concessionária em Altamira, no Pará, chamava seu empreendimento de “Casa de Amigos”. Esse espírito de proximidade e atenção personalizada, seja para fechar um negócio ou apenas para receber bem quem nos procura, é um legado que mantemos até hoje.

O futuro do mercado automotivo não é apenas sobre tecnologia; é sobre como utilizamos essa tecnologia para melhorar vidas e gerar um impacto positivo no planeta. No Grupo Mônaco, estamos comprometidos em liderar essa transformação, com inovação, excelência e uma visão estratégica que priorize nossos clientes, colaboradores e parceiros.

2025 será um ano para acelerar. Estou confiante de que estamos prontos para essa jornada, que promete grandes conquistas e novas possibilidades para montadoras, concessionárias e, principalmente, para nossos clientes. Que venha o novo!

Rui Denardin é CEO do Grupo Mônaco

Fonte: Auto

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